O movimento separatista “O Sul é meu país” está ganhando força na região sul do país e está chamando a atenção da imprensa brasileira e internacional. O desejo dos separatistas é o de separar a região sul (Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina) do restante do país e formar um país único e independente. O movimento está se expandindo de tal forma, que até um plebiscito já tem data marcada para acontecer no dia 2 de outubro, juntamente com as eleições municipais que ocorrerão em todo o país.

As urnas que armazenarão os votos dos sulistas, ficarão a pelo menos 100 metros dos colégios eleitorais e permanecerão das 8h às 17h.

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Nas cédulas, apenas uma pergunta a ser respondida: Você quer que o Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul formem um país independente?

Intenção do movimento é atingir 1 milhão de pessoas com plebiscito

O movimento "O Sul é o meu país', deseja fortalecer o movimento separatista após o plebiscito, mesmo sabendo que a votação não tem legalidade e validade, pois, para que seja válido um plebiscito, é necessário que se tenha aprovação do Congresso Nacional, conforme determina a lei federal 9.709. Além de aprovação no Congresso, é necessário que haja uma regulação na Justiça Eleitoral. Apesar de ser inválido, o plebiscito não é proibido e poderá ser feito normalmente.

As 4 mil urnas já estão sendo preparadas e serão distribuídas em pontos estratégicos dos três estados do sul do país. Os voluntários que integram o movimento irão arcar com as despesas dos translado das urnas.

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O grupo defende a separação dos três estados do restante do país e quer seguir uma tendência da atualidade. Segundo estatística apresentada pelo próprio movimento, existem 400 movimentos separatistas no mundo lutando por independência. Em todos os anos, três ou quatro países se separam, como no caso de Timor Leste, Namíbia, Eritreia, Palau e Sudão do Sul.

A ideia do movimento é apresentar a ideia a órgãos internacionais como a Onu (Organização da Nações Unidas) e a Unpo, organização internacional que visa reconhecer e defender minorias em seus respectivos países.

O movimento se assemelha com o que ocorre na Espanha, onde existe o desejo separatista do território da Catalunha. #Manifestação #Crise #Protestos no Brasil