A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) mostra que os juízes brasileiros não estão nada felizes com a atitude de um político brasileiro. Na noite desta quinta-feira, 28, a entidade mostrou total repúdio à ação do ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva na Organização das Nações Unidas, a ONU. A organização que zela pela paz mundial teve que ler um pedido que dizia que os procuradores da república do Brasil e o juiz federal Sérgio Moro eram cheios de imparcialidade, além de abusarem do poder. As críticas graves se devem pelo fato deles decidirem investigar o representante do Partido dos Trabalhadores (PT) na Lava Jato. 

Os advogados de Lula querem que a ONU agora se pronuncie e tente ajudar o companheiro da presidente afastada Dilma Rousseff.

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Os juízes brasileiros, no entanto, decidiram contra-atacar. Para eles, a Organização das Nações Unidas está sendo utilizada para tentar constranger a maior investigação no país. Eles lembram que o trabalho de Sérgio Moro tem como prioridade o combate à corrupção. A associação dos magistrados brasileiros diz ainda estar perplexas com as tentativas de Lula em tentar parar o trabalho da Justiça. O ex-líder sindical já havia tentado o mesmo no Supremo Tribunal Federal (STF), mas sem o mesmo sucesso. 

A associação lembra ainda que Sérgio Moro tem sido alvo de várias intimidações e o que ocorre contra ele é um exemplo da vida diárias dos magistrados brasileiros, que veem os seus trabalhos tentarem serem atrapalhados por quem tem medo da Justiça ou não quer pagar o que deve à sociedade. Para a entidade de juízes, o Brasil tem  órgão suficientes de controle aqui dentro e lá fora.

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Esses são utilizados para acompanhar o andamento de qualquer magistratura. "É inadmissível a utilização de quaisquer outros meios, que não os legais e constitucionalmente estabelecidos, para tentar inibir o trabalho de  agentes públicos no desempenho de suas funções”, diz um trecho do texto.

Moro participará de um ato contra outro fato que pode prejudicar a Justiça brasileira, a chamada 'Lei da Impunidade'.  #PT #Sergio Moro