Um dos principais juristas brasileiros, Modesto Carvalhosa, ficou conhecido por criticar atos que falam mal dos cofres do #Governo. Ele é autor do livro 'O Livro negro da Corrupção' e há anos avalia como os governos e os políticos atuam no cenário da corrupção no Brasil. Em entrevista ao jornal 'O Estado de São Paulo', o jurista explica que o esquema de corrupção investigado na Lava Jato é diferente dos investigados em outros governos. De acordo com Modesto, a propina envolvendo uma espécie de cartel é novidade no cenário nacional, podendo agora ser observado com o que aconteceu nos contratos envolvendo a maior estatal brasileira, a Petrobras.

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O esquema de corrupção na estatal é antigo, mas durante o governo do Partido dos Trabalhadores (PT) aumentou ainda mais. 

Segundo o jurista, nos governos anteriores não havia aparelhamento do estado para ajudar no planejamento da corrupção e isso pôde ser visto agora com a gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente afastada Dilma Rousseff. Ele, no entanto, diz ver com preocupação como o Poder Legislativo está atuando no combate à corrupção. Segundo o jurista, a força que combate o crime pode ser representado na Lava Jato e pelo trabalho na Operação Lava Jato. Do outro lado, no entanto, estão todas as forças que parecem legalizar a corrupção. 

Em seguida, na entrevista ao jornal 'O Estado de São Paulo', o jurista comenta a petição sobre a Organização das Nações Unidas (ONU) que Lula pediu contra Moro, argumentando que esse estava a agir sem imparcialidade. “Essa reação do Lula não tem nenhuma originalidade, porque instintivamente todo político no mundo quando é pilhado praticando corrupção diz que é perseguido político", argumentou o magistrado.

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Em seguida, ele disse acreditar que uma das organizações mais respeitadas do mundo não deve dar razão à Lula, especialmente porque a comunidade internacional apoia a Lava Jato. Uma das maiores provas disso é o fato do juiz Sérgio Moro ganhar o título de uma das cem personalidades mais influentes do planeta pela revista americana Time.  #Rio2016