Nesta sexta-feira, 29, muitos brasileiros se surpreenderam com uma notícia, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acabara de se tornar réu na principal investigação contra a corrupção no Brasil, a Lava Jato. A primeira atitude do representante do Partido dos Trabalhadores (PT) foi dizer que a Justiça vai ter que provar que ele é culpado e que já está com "coceira" de ser candidato novamente à presidência em 2018. A vontade do companheiro da presidente afastada Dilma Rousseff pode ser proibida na Justiça. Mesmo que o político não vá para cadeia pela acusação de obstrução de Justiça, até 2018 provavelmente ele ainda seria um "Ficha suja". 

Além disso, caso realmente seja condenado, #Lula ficaria não só impedido de disputar o pleito do ano de 2018, como também o de 2022.

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Curiosamente, ele mesmo sancionou a lei que pode impedir seu sonho de chefiar o Brasil pela terceira vez e virar um dos políticos a ficar mais tempo no poder em toda a história. A lei em questão que pode atrapalhar os planos do petista é a de número 135 de 2010, que acabou dando fama ao deputado federal Índio da Costa, que na época foi a programas de televisão para estimular sua aprovação. 

De acordo com uma matéria publicada neste sábado, 30, pelo UOL, além da Lava Jato, Lula pode ser alvo de pelo menos três denúncias que devem ser analisadas pela Justiça de Curitiba, no Paraná. A decisão ficará com o homem que ele parece temer, o juiz federal Sérgio Moro. Na quinta-feira, 28, o petista enviou uma petição à Organização das Nações Unidas (ONU) contra o magistrado. O pedido, no entanto, segundo a própria ONU, pode demorar pelo menos dois anos para ser analisado, o que faria que a entidade desse uma resposta apenas na briga eleitoral de 2018, que a cada dia deixa mais claro que Lula é bastante improvável, mas não impossível dele disputar o pleito. 

Além de Lula, um dos nomes que o #PT pode apoiar é o de Ciro Gomes, que já disputou a presidência no passado.

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Ciro já disse que só topará participar se o ex-líder sindicar não quiser ir ele mesmo à disputa.  #Governo