O Brasil atravessa um dos momentos mais conturbados de sua história política e econômica em décadas ao se deparar com uma grave crise que afeta majoritariamente grande parcela da população. Não bastassem os problemas decorrentes da corrupção desenfreada que atinge dramaticamente o País, ressalta-se que este é um momento de enormes desafios, principalmente, em alusão à realização dos #Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, restando poucos dias para o seu início.

Os constantes atentados terroristas que sacodem o mundo atualmente, tornaram-se motivo de grande preocupação do governo do presidente interino, #Michel Temer. As ações terroristas desencadeadas por militantes radicais ou mesmo simpatizantes de grupos extremistas, como o denominado "Estado Islâmico", tanto em países da Europa, quanto em países da Ásia e do Oriente Médio, elevaram os riscos substanciais de que o Brasil possa vir a ser alvo potencial de ataques durante a realização dos Jogos Olímpicos de agosto de 2016,  na cidade maravilhosa.

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Ministério da Defesa se pronuncia

O ministro da Defesa do Brasil, Raul Jungmann, respondeu enfaticamente a qualquer tipo de ameaça terrorista que venha a ocorrer em solo brasileiro. Segundo Jungmann; "as prisões de supostos terroristas no País, serviram para acarretar um efeito que assuste terroristas, através de ações duras e dessa forma, evitar atentados", ressaltou. Ainda, de acordo com o Ministério da Defesa do governo Michel Temer; "não está descartada a possibilidade de que os acusados de incitação ao #Terrorismo no Brasil, sejam soltos, porém, com provável utilização de tornozeleiras, através de monitoramento", concluiu. 

O ministro Raul Jungmann tipificou as penas aplicadas para atos preparatórios de terrorismo, considerando-as mais duras. Em se tratando do planejamento e preparação de ataques, a pena pode chegar a 4 anos de reclusão, somando-se à outras penas,com perspectiva de que alcancem 21 anos de detenção.

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As altas penas podem ter um efeito "dissuasório", para que eventuais tentativas de terrorismo não se concretizem. Já o ministro de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, afirmou  que "qualquer pessoa que represente perigo, será monitorada", alertou o general.