Com a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a presidência da Câmara dos Deputados e, posteriormente, a posse de Rodrigo Maia (DEM-RJ), algumas prioridades mudaram na Casa Legislativa. Uma delas é o emprego de recursos. Com poucos dias no comando da Câmara, Maia já informou que desistiu de iniciar as obras do famoso "Parlashopping", novo complexo que foi promessa de campanha de Cunha.

Segundo o novo presidente anunciou na última terça-feira (19), esse não é o momento da Câmara utilizar os recursos públicos para uma obra tão grandiosa e com pouca relevância social. O deputado do DEM disse que não descartou o projeto por inteiro, apenas que agora não é o momento ideal para isso, futuramente, quando o país estiver voltado aos trilhos, a proposta pode ser retomada.

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Valores

Inicialmente, na proposta de Cunha, o objetivo era construir um novo prédio com restaures e lojas luxuosas em uma PPP (Parceria Público-Privada) com estimativa no valor de R$1 bilhão. Como não houve empresas interessadas, a Câmara definiu gastar R$ 320 milhões do próprio cofre para a construção de um anexo mais simplório, que alocaria apenas novos gabinetes. 

Já havia sido gasto algo próximo do valor de R$ 50 mil para iniciar as escavações e fazer o reconhecimento do terreno, porém, as obras agora foram oficialmente paralisadas.  #Câmara dos Deputados #Dentro da política