Carlos Roberto Cortegoso é o nome do atual milionário que já foi garçom do ex-presidente Lula, na década de 80. O milionário trabalhou no restaurante "São Judas Tadeu- Demarchi", que, na época, era estrela do "frango com polenta", em São Paulo. Consta que o garçom ganhou na loteria ao conhecer #Lula, que, na época, era sindicalista. Diz-se que o ex-presidente se apiedou do garçom e lhe arrumou um cargo no Partido dos Trabalhadores. A transformação de Carlos Roberto foi proporcional ao tamanho da boquinha com a qual o mesmo foi contemplado. A partir daí, seu status passou de simples garçom para milionário com uma conta bancária bem gorda que lhe rendeu carros caríssimos como um Porshe na garagem.

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Propriedades de Cortegoso

Carlos Cortegoso é hoje proprietário de uma gráfica de fachada, que recebeu a quantia de R$ 24 milhões da campanha de Dilma Rousseff. Em contrapartida, não conseguiu provar os serviços prestados durante a perícia do TSE em sua empresa e está complicado na Justiça Eleitoral. O ex-garçom também está sendo investigado pela Polícia Federal, na operação que apura o esquema de desvio de verbas do Ministério do Planejamento, através de empréstimos consignados. Hoje, o ex-garçom é um homem esnobe e diz a seu interlocutor que o caracterizaram como 'Garçom do Lula'. Diz ainda que os repórteres precisam estereotipar as pessoas para venderem mais.

Carlos Cortegoso montou sua empresa com um empurrão do ex-presidente, há uma década. Que foi o tempo de sobrevivência da empresa, que recebeu o nome de Ponto Focal Comunicação e Marketing Visual Ltda.

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O grande cliente da gráfica na época era o PT. E era para o PT que o empresário trabalhava nas campanhas eleitorais. Quando Lula estava na metade de seu primeiro mandato, em 2004, a Focal resolveu fechar suas portas. Isso aconteceu justamente um ano antes da denúncia do mensalão.

Objetivo de Carlos Cortegoso

O objetivo do fechamento da empresa Focal era desviar o foco da Polícia Federal. Segundo investigadores, a subida de Carlos pode ter sido impulsionada pela sua participação, nos esquemas de lavagem de dinheiro. O publicitário Marcos Valério afirmou, em delação premiada, que o nome do ex-garçom foi anexado à lista de beneficiários de propinas que o mesmo apresentou, na CPI dos correios. De acordo com Marcos Valério, Carlos Cortegoso, recebeu R$ 400 mil de propina no esquema criminoso. A partir daí, Cortegoso continuou agindo por trás de sua filha, Carla Regina Cortegoso, que ficou à frente da Ponto Focal, por mais dez meses. Logo após, abriu outra firma, no mesmo ramo e deu continuidade aos negócios do pai.

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Por descuido ou não, Carla continuou com a mesma marca do pai. Mas subtraiu, o primeiro nome. Assim, o nome de sua empresa se tornou, Focal Comunicação Visual Ltda. Por conseguinte, o PT continuou sendo seu principal cliente. Além da empresa ter sido uma das mais beneficiadas na campanha de Dilma em 2014, mais 21 candidatos do PT declararam ao TSE, que tiveram gastos com a Focal. Entre eles está a ex-ministra Gleisi Hoffmann, que concorreu ao governo do Paraná em 2014. Carlos Cortegoso também está envolvido na Operação Custo Brasil, que investiga o desvio de dinheiro de empréstimos consignados, dos servidores do Ministério do Planejamento. #Crime #Corrupção