O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) usou a sua oportunidade de fala no #Senado Federal para explicitar a necessidade de trabalhar com políticas prioritárias que venham a valorizar o cidadão e recuperar o país, sem esconder a realidade que o Brasil se encontra.

Caiado ainda disse que o presidente em exercício, #Michel Temer, precisa ter a coragem que Mauricio Macri teve para enfrentar os seguidores de Kirchner. Mas também disse que o peemedebista precisa de humildade para falar a verdade sobre as condições em que o país se encontra, sem amenizar ou mascarar o caos deixado pelo governo anterior.

Ronaldo revela tabela de repasses médicos do SUS

O senador, que além de político, também é médico, apresentou na sessão, as causas que levaram a atual situação que o Sistema Único de Saúde se encontra.

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Na tabela apresentada, consta os valores pagos aos médicos do setor público pelos serviços prestados.

Os valores de cirurgias possuem valores abaixo de R$200, enquanto os mesmos procedimentos na rede privada custam milhares de reais e o repasse ao médico é incomparavelmente maior. A tabela apresentada pelo senador não é reajustada desde 2004.

Ronaldo deixou claro que o governo de Dilma foi o que mais sucateou a saúde pública, fechando mais de vinte e cinco mil leitos no país e deixando que a mesma chegasse ao patamar de descontrole que se encontra hoje. O senador também deixou claro que ele e os demais senadores da oposição não se opõem a um partido ou presidente, mas que buscam o cumprimento de prioridades.

Prioridades do novo governo

Para Caiado, o governo Michel Temer precisa colocar em pauta as prioridades levantadas pelos manifestantes que foram às ruas pedir o impeachment de Dilma.

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O político falou das pautas que seguem em votação na Casa, demonstrando que nenhuma delas atende as prioridades que o país e os cidadãos carecem, mas sim de grupos específicos.

Para o senador, o que falta para reerguer o país é que exista um foco nas prioridades do país. Abaixo segue um vídeo com parte do discurso feito pelo político, que ocorreu antes da aprovação do reajuste para os funcionários públicos, que foi autorizado hoje, quarta-feira, 20, por Michel Temer.

#Dilma Rousseff