#Dilma Rousseff foi afastada do cargo da presidência e Michel Temer assumiu no seu lugar, no entanto toda população brasileira aguarda o resultado final do #Impeachment. A votação acontecerá em breve, e a partir daí se saberá qual será o destino definitivo de Dilma. A seguir, será mostrado o atual placar da votação, o panorama já se encontra bem delineado, pois muitos senadores já revelaram seus respectivos votos. Ressaltando que todas as informações foram retiradas do jornal ‘Estadão’, que atualiza diariamente os números de votos.

Dilma já começa perdendo

A presidente afastada já começa a votação com uma grande desvantagem, 38 senadores cravaram que votarão a favor do impeachment, a maioria dos votos partem de partidos que fazem oposição aberta à presidente.

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Dentre os nomes mais conhecidos que já garantiram seus ‘sim’, estão: Aécio Neves, Romero Jucá, Eduardo Amorim, Paulo Bauer e Marta Suplicy. Ressaltando aqui que são necessários exatamente 54 votos para a aprovação do impeachment, faltando assim que 16 senadores digam ‘sim’ para que Dilma seja afastada definitivamente do seu cargo.

Votos contra o impeachment

Do outro lado do processo está os senadores que apoiam a presidente afastada. 18 parlamentares garantiram que votarão contra o processo do impeachment. A maioria dos ‘não’ são dos senadores do Partido dos Trabalhadores, que alegam que Dilma deveria retomar seu cargo. Entre os nomes mais conhecidos dos defensores da presidente afastada estão: Humberto Costa, Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias e Roberto Requião.

Indecisos

São 6 os indecisos da votação, entre um dos votos mais comentados está o do senador do Rio de Janeiro, Romário, que ainda não decidiu se irá ser a favor ou contra o impeachment.

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Votação aberta, 19 senadores não revelaram seus votos

Apesar da grande maioria do senado ter revelados seus votos, o impeachment ainda pode reservar muitas surpresas. Cerca de 19 dos votantes não confirmaram seus respectivos votos, deixando assim o panorama aberto, e tornando esses 19 nomes em votos cruciais na hora da grande decisão.

Se o impeachment de Dilma Rousseff for aprovado, a mesma ficará inelegível por exatos 8 anos, e assim Michel Temer ficaria no comando do Brasil até o final de 2018.

Se a presidente afastada conseguir que o processo de impeachment seja negado, ela voltará ao poder e retomará ao seu cargo.