Na madrugada do dia 30 de junho, a sede nacional do partido trabalhista (#PT), situada no centro de São Paulo, foi atacada por um homem que depredou parte da vidraça da porta de entrada do prédio local.

De acordo com relatos da própria assessoria de imprensa do PT, um segurança que trabalhava no local teve a atenção chamada, durante a madrugada, com barulhos fortes que vinham do lado de fora. Ao sair do prédio, se deparou com um homem golpeando a porta de entrada da sede com uma picareta.

O homem foi detido em seguida, após o acionamento da polícia no local, e levado para o 8° DP da região, onde foi reconhecido como Emilson Chaves da Silva, de 38 anos, e nenhuma ocupação registrada.

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Foi feito um boletim de ocorrência na delegacia, onde ele poderá responder pelo crime de "dano a patrimônio", em seguida, foi e responderá ao inquérito em liberdade.

Em entrevista a uma rádio, o investigador responsável pelo caso disse que o autor do atentado estava muito agitado com a situação, alegando suposta perseguição do partido em relação a ele. Nas redes sociais, Emilson assumiu o crime e ameaça fazer novos ataques. Esse ataque, provavelmente, não foi o primeiro, pois, de acordo com relatos, houve uma tentativa de #Ataque com uma bomba caseira na sede do Instituto #Lula, que fica situada no bairro do Ipiranga, na capital paulista, em julho do ano passado.

Em março deste ano, outros três atentados também ocorreram no diretório municipal do partido em Belo Horizonte. O PT publicou uma nota oficial em relação aos atentados, dizendo o quanto lamenta por todas essas ações, que, supostamente, foram organizadas por grupos fascistas e alimentadas por vingança e ódio ao partido. Ainda, este ano, o partido do PCdoB também sofreu alguns atentados em seus principais diretórios localizados em São Paulo, Goiânia, Sergipe e Mato Grosso do Sul. 

Atentados como esses nos fazem refletir o quando a população está cada vez mais sedenta por democracia e por seus direitos, pois falta muito diálogo em relação a isso.