Neste sábado, 30, o presidente em exercício Michel Temer tomou uma das decisões mais polêmicas que envolve o estado do Amazonas. De acordo com o próprio Ministério da Defesa, o peemedebista autorizou que as Forças Armadas utilizem o chamado artigo 142 da Constituição brasileira, que fala da intervenção militar. O artigo autoriza o uso de toda a força para garantir a lei e a ordem. A ação é válida no Hotel Tropical, que fica na capital Manaus. O local receberá delegações das Olimpíadas que disputarão a modalidade futebol. Uma nota foi publicada no site do  Ministério da Defesa explica melhor a situação. 

De acordo com a nota publicada nesta noite, a decisão foi um pedido do governador do Amazonas, José Melo de Oliveira.

Publicidade
Publicidade

O governador disse que não tem mais como deter a criminalidade no estado, pois já esgotou toda a capacidade dos policiais do estado. Sendo assim, esses agentes não serão capazes de atuarem na região. Eles estão serão substituídos por militares, que defenderam os esportistas. O artigo 142 faz com que as Forças Armadas possam prender qualquer pessoa, mesmo sem alguma prova. Os presos também não tem direito, por exemplo, a Habeas Corpus. 

Geralmente, esse tipo de atuação só é exercida em situações de emergência, como acabou sendo configurada a situação do hotel. O presidente #Michel Temer, de acordo com a nota do Ministério da Defesa, já fez o pedido ao Ministro Raul Jugmann. Este, segundo o texto, já , fez o encaminhamento ao Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) sobre o preparo dos mecanismos legais para atuar na defesa dos jogos, que pela primeira vez serão realizados no Ministério da Defesa. 

Ação no Rio de Janeiro

Ao todo são mais de seiscentos militares vão trabalhar no Exército.

Publicidade

O trabalho começou hoje e se encerra apenas 12 de agosto, quando as partidas em Manaus já terão acabado. A ação foi muito comemorada na internet. Essa não é a primeira vez que Temer dá grande poder ao Exército Brasileiro. Isso já ocorreu para fortalecer os jogos no Rio de Janeiro.  #Governo