A situação está complicada para a Senadora Gleisi Hoffmann, eleita pelo Partido dos Trabalhadores (#PT) do Paraná. De acordo com informações do site 'Diário do Poder', nesse fim de semana acabou sendo preso Marcelo Maran, sócio do advogado da petista. Maran tem negócios com Guilherme Gonçalves, que presta serviços para a mulher que defender a presidente afastada Dilma Rousseff e também para seu marido, Paulo Bernardo.

O ex-Ministro do Planejamento chegou a ser preso pela Polícia Federal, mas acabou recebendo um benefício do Supremo Tribunal Federal (STF) e foi liberado. Paulo virou alvo da 'Operação Custo Brasil', acusado de desviar dinheiro do crédito consignado de servidores públicos.

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Já Maran acabou se dando mal por supostamente ter coagido uma testemunha. 

O problema é que depois a suposta coação, a testemunha coagida decidiu procurar as autoridades. Ela fez uma queixa no Ministério Público Federal. Nessa acusação, a testemunha que não teve o nome identificado informou que o advogado tentou fazer com que ela mudasse o seu depoimento referente ao caso Consist, o mesmo que acabou colocando na cadeia o ex-Ministro Paulo Bernardo. O marido de Gleisi teria suas despesas pessoais pagas com o esquema de corrupção. Ele nega essas informações, assim como a Senadora que é sua esposa, que relata confiar piamente no marido. 

A tentativa de mudança no depoimento ocorreu depois que a testemunha contou que o dinheiro não só beneficiava as contas pessoais do ex-Ministro, mas também de campanhas eleitorais.

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O caso é uma espécie de desdobramento da Lava-Jato, operação comandada pelo juiz federal Sérgio Moro, o juiz que recebeu da revista Time o prêmio de uma das personalidades mais influentes do planeta. 

E o que Gleisi tem a ver com isso? 

Há quem garante que Gleisi seria a próxima na linha das investigações. No entanto, um inquérito oficial contra ela, lembramos, não pode ser aberto pela Justiça comum. Hoffmann tem foro privilegiado e qualquer inquérito só é autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). #Dilma Rousseff