O processo de #Impeachment instalado no Senado Federal, aprovou ontem a procedência da chamada pronúncia, período pelo qual o julgamento se aproxima para um desfecho quanto ao futuro  político da presidente afastada, cuja decisão em plenário do Senado deverá ser concretizada antes de que se termine o mês de agosto. A presidente afastada, Dilma Vana Rousseff, tornou-se ré nesta quarta-feira(10), durante a madrugada, por um número expressivo de senadores: 59 a 21. O processo segue sendo presidido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, conforme as regras já decididas anteriormente pela mais alta Corte do País.

Nesta quarta-feira à tarde(10), os advogados de acusação contra a presidente afastada, deram prosseguimento no processo de impeachment ao protocolar no Senado Federal, o libelo acusatório, que é caracterizado por ser uma peça que resume todos os argumentos da acusação contra a petista.

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Advogado de acusação analisa situação de Dilma

Um dos membros integrantes da banca de advogados que acusam #Dilma Rousseff, João Berchmaes, analisou a situação de Dilma, através de uma metáfora momentos antes de protocolar o libelo acusatório: "o caso contra a petista está blindado, porém, tanto  ela, quanto seus advogados, agem como se fossem peixes fora d´água, se debatendo porque está fora do aquário, do oceano, sinalizando os últimos momentos de seus atos", concluiu o advogado.

Os juristas que defendem o processo de impeachment contra Dilma, apontam que utilizarão menos tempo nas oitivas, já que buscam a agilidade de todo o processo. Ao invés de apresentarem seis testemunhas conforme têm direito, pretendem abrir mão da convocação de três delas. O jurista Berchmaes declarou que a banca de acusação, representada por ele, Miguel Reale Junior e Hélio Bicudo, além da advogada Janaina Paschoal, que participou ativamente nas oitivas na Comissão Especial do Impeachment, esperam que a defesa da presidente afastada, tente protelar a decisão do processo de impedimento. 

João Berchmaes comentou ainda  a decisão dos defensores de Dilma de se dirigirem à OEA (Organização dos Estados Americanos), com o intuito de questionar a legalidade do processo de impeachment.

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Segundo o jurista, "a presidente afastada tem todo o direito de recorrer a quem quiser, porém, deve fazê-lo com um mínimo de razoabilidade", acrescentou. Ainda de acordo com o jurista, é "farsa", o propagado "golpe", disseminado pela defesa de Dilma Rousseff, embora tudo esteja dentro do direito de defesa, apesar de toda a  consistência do cometimento de crime de responsabilidade por parte da presidente afastada. #Lava Jato