Os rompimentos políticos que ocorreram em esfera federal por causa do processo de impeachment também chegaram aos municípios. Pelo menos é o que se observa com os lançamentos das candidaturas para prefeituras nas 26 capitais estaduais do País. Antes aliados eleitos juntos em 2012, no pleito de 2016, 16 prefeitos e vice-prefeitos agora estarão em lados opostos. 

O principal rompimento que modificou o cenário político observado nos últimos anos foi a mudança de lado entre PT e PMDB. Com o afastamento de dois dos três maiores partidos do pais, e que se uniam em diversas capitais, ainda não se sabe para que lado a balança pode pesar favoravelmente. 

Um cenário que pode ilustrar esse caso é o Rio de Janeiro.

Publicidade
Publicidade

PT e PMDB cariocas vinham de alianças duradouras e muito proveitosas para os peemedebistas, que atualmente governam a cidade maravilhosa. Com o fim do mandato de Eduardo Paes, o peemedebista irá tentar eleger Pedro Paulo, do seu partido, enquanto Adilson Pires, vice-prefeito petista, irá apoiar a candidatura da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB). 

As regiões Norte e Nordeste lideram esses casos de rompimentos. No Norte, quatro das sete capitais terão disputas de antigos aliados. Já no Nordeste são cinco dos nove estados.  #Eleições 2016 #Dentro da política