A jornalista Patrícia Lélis, de 22 anos, virou um dos principais assuntos das páginas de política do Brasil. Não, ela não escreveu nenhum "textão" pedindo a saída de Dilma ou de Michel Temer do poder. A ex-militante do PSC diz que o deputado federal Marco Feliciano, eleito pelo PSC de São Paulo, teria tentado estuprá-la. Para isso, o político teria usado socos e chutes. Ele nega de forma veemente as acusações e em um vídeo disse que tomará as medidas cabíveis contra a mulher. Também nesse fim de semana, alguns veículos de comunicação divulgaram conversas pelo WhatsApp da jovem com o pastor. Em algumas das falas, ela se insinuaria sexualmente para Feliciano e até envia fotos nuas.

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A jornalista não comentou o suposto vazamento das conversas com ela nua.

A jornalista vai além, diz que o partido de Feliciano sempre soube de tudo, mas que preferiu não fazer nada. Ela relata uma suposta pressão para fazê-la ficar calada. Patrícia já se desmentiu algumas vezes e os depoimentos dela tem deixado muita gente confusa. Apesar disso, o deputado pode se dar mal. A Procuradoria Geral da República, representada por Rodrigo Janot, analisa um pedido para a solicitação de abertura de inquérito contra o parlamentar. Janot não tem capacidade de abrir um inquérito, mas pode mostrar evidências que ajudariam isso a acontecer, fazendo uma petição ao Supremo Tribunal Federal (STF). Marco tem foro privilegiado. Por isso, não pode ser julgado por um tribunal comum. 

“A ‘direita’ e principalmente pessoas do PSC sempre disseram que odeiam o #Crime, mas quando o criminoso é do próprio partido, o caso é diferente!", disse a jornalista que tem abalado Brasília.

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Em seguida, ela diz que não importa a tendência política (direita ou esquerda), que todas as siglas tem seus "bandidos de estimação". O caso tem sido levado com muito cuidado pela mídia, especialmente porque políticos costumam ser bastante atacados. Depois das acusações sérias evidenciadas na mídia, o PSV disse que criaria uma comissão interna para analisar as denúncias.  #Governo