Nesta quinta-feira, 25, a TV Bandeirantes realizou o seu primeiro debate entre os candidatos que disputam a prefeitura do Rio de Janeiro. Ainda no segundo bloco da atração, Flávio Bolsonaro, do PSC, quase desmaiou ao vivo. Ele foi amparado pelos candidatos Carlos Osório, do PSDB, e Jandira Feghali, do Partido Comunista do Brasil. Por conta do susto, a assessoria de Flávio levou ele para um hospital, fazendo com que a partir daquele momento o debate continuasse sem ele. 

Não demorou muito para que as pessoas de boa memória resgatassem uma publicação feita pelo perfil oficial de Flávio em 2014. No dia 24 de outubro daquele ano, o hoje candidato que saiu de um debate por mal-estar, zombou de uma situação parecida ocorrida com a presidente afastada Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT).

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No caso de Dilma, ela passou mal logo depois da rodada de perguntas, quando dava uma entrevista ao vivo para uma repórter da emissora de Silvio Santos. "Dilma está levando uma surra moral de Aécio no debate, sua única saída será desmaiar", disse ele citando o então maior adversário da companheira do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida presidencial.

Logo após a repercussão do Twitter, a assessoria de Flávio decidiu apagar a publicação. No entanto, já era tarde, a mensagem ganhou ainda mais repercussão após ser apagada. De acordo com informações da TV Bandeirantes, o deputado estadual passa bem, mas está em uma clínica particular do Rio fazendo exames para ver o que poderia fazer a pressão cair. 

Antes de deixar os estúdios da TV Bandeirantes, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, no entanto, houve muita confusão.

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O debate foi interrompido ao vivo e Flávio colocado sentado em uma poltrona posicionada nos bastidores. O apresentador do debate foi obrigado a chamar um intervalo. Jandira, que é médica, e o pai de Flávio, o deputado federal Jair Bolsonaro, também do PSC, entraram em uma briga. Ele a acusou de tentar envenenar o filho. Ela disse que Bolsonaro era fascista.  #Eleições 2016