Nesta quarta-feira, 10, diversos portais de notícias divulgaram um vídeo que mostra a negociação entre o chefe de gabinete do deputado federal Marco Feliciano, eleito pelo PSC de São Paulo, Talmo Bauer, e a mulher que o acusa de tentativa de estupro, a ex-militante evangélica da mesma legenda do pastor Patrícia Léllis. Ela chegou a negar que tivesse negociado o silêncio sobre o caso que já teve voltas e reviravoltas. No vídeo, fica claro que Talmo e Patrícia mentiram em seus depoimentos dados à Polícia Civil do estado de São Paulo. Patrícia passa da condição de vítima para investigada, o que não necessariamente ameniza a situação de Feliciano. 

A denúncia de Patrícia foi feita em primeira mão na 'Coluna Esplanada', do UOL, e depois foi manifestada em um boletim de ocorrência em Brasília.

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O deputado que é o líder do seu partido nega veementemente as acusações. Ele chegou a gravar um vídeo no fim de semana ao lado da esposa em que diz que irá processar a jovem que faz as acusações fortes. A gravação deixa claro que a mulher queria dinheiro e que o assessor do parlamentar estava disposto a oferecer a grana para que ela ficasse na dela. 

O vídeo absolveu Talmo de um dos crimes que ele foi acusado por Patrícia, o de sequestro. O mesmo vídeo de longe já havia sido divulgado nas redes sociais. No entanto, nesse é possível identificar o que os dois falavam. Tantos vídeos devem provocar uma reviravolta no caso, evidenciando que os dois lados estavam tentando se manter seguros sobre o que iria acontecer. Patrícia chegou a gravar um vídeo inocentando o deputado, mas mais tarde foi ao Senado dizer que ele até teria usado uma faca para sugerir que ela deveria ser sua amante, oferecendo também um cargo alto em seu gabinete. 

No vídeo, o assessor do pastor evangélico diz que já deu para a jovem R$ 50 mil para ela ficar calada.

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A investigação agora deve envolver também de onde veio tanto dinheiro. 

Veja abaixo o vídeo que mostra a negociação entre o assessor de Feliciano e a jovem que o acusa se tentativa de estupro:

#Crime #Corrupção #Investigação Criminal