Após mais de 100 dias de afastamento, a presidente Dilma Rousseff começará a ser julgada pelo #Senado Federal. Nesse primeiro dia, são esperadas várias questões de ordem, em especial as apresentadas pela bancada da defesa de Dilma.

O julgamento tem data de término esperada entre os dias 29 e 31 de agosto. A acusação tentará ao máximo adiantar o término do julgamento, enquanto a defesa já avisou que esgotará até a última oportunidade que tiverem para reverter a condição de #Impeachment.

#Dilma Rousseff confirmou que irá depor no dia 29 de agosto em horário ainda não divulgado por sua assessoria. A presidente afastada pretende expor, mais uma vez, a tese do ‘golpe’ diante dos senadores e da imprensa nacional e internacional, com a esperança de conquistar votos contrários ao impeachment e maior comoção popular a seu favor.

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Se sofrer o impeachment, Dilma ficará inelegível por oito anos. Caso sejam aceitas delações que citam o seu nome, com a condição de impeachment, a petista também passará a estar legitimada para responder criminalmente por eventuais acusações de seus ex-aliados. Enquanto presidente do Brasil, em respeito a lei máxima brasileira, Dilma só pode responder por crimes de responsabilidades.

OEA emitiu notificação pedindo explicações sobre o impeachment

Após perder a segunda votação do impeachment e ver Dilma ir a julgamento por 59 x 21, parlamentares do partido dos trabalhadores protocolaram uma ação liminar junto à Organização dos Estados Americanos, a OEA, acusando o processo de ser um golpe e assim pedir sua suspensão.

Em resposta a notificação recebida, o ministro das relações exteriores do Brasil, José Serra, declarou para a imprensa que o Brasil não tem obrigação de responder nada para a organização e que a ação da mesma é ‘besta’ e muito ‘mal feita’.

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Serra ainda afirmou que a notificação não deveria ser direcionada ao governo, uma vez que é o Congresso Nacional que tem prosseguido com o processo do impeachment, que por sua vez, respeita os requisitos de legalidade e é fiscalizado pelo Supremo.

Abaixo segue a transmissão ao vivo do julgamento do impeachment: