Nesta última segunda-feira (22), o secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos) declarou em carta, o "fim da democracia" em um país de "tirania". O país que o secretário-geral Luis Almagro proclama é a #Venezuela, do presidente Nícolas Maduro. A carta foi dirigida ao opositor Leopoldo López que se encontra como preso político no país, tendo, como condenação, 14 anos de prisão, isso sem terem provas. Na carta foi dito que, na Venezuela, não existe mais democracia, direito civil, liberdade e direito político. 

Luis Almagro direcionou López como um "amigo", afirmando que o país está destruído, pois não existe mais foro-regional ou sub-regional, a democracia faliu, e é inexistente o Estado de Direito.

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Almagro enfatizou que a "comunidade internacional" pede o fim da "tirania" no país, pois o nível em que chegaram é ultrapassado, e o fim da democracia é absurdamente claro. 

Nicolás Maduro

O atual presidente da Venezuela, #Nicolás Maduro, concedeu um prazo de 48 horas para que os funcionários públicos que desejaram a revogação de seu mandato, e expressaram apoio para a direita venezuelana, deixem seus empregos, mesmo a Lei do país proibindo que motivos políticos determinem a demissão de funcionários, Maduro segue firme com seu ato. O dirigente Jorge Rodríguez, disse que será entregue o nome das pessoas que foram a favor da votação para afastar Maduro, os nomes serão divulgados publicamente. 

Maduro enfrenta uma população descontente com seu mandato, devido à escassez de alimentos e remédios, itens básicos para sobrevivência.

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A inflação no país foi de 180,9% no ano de 2015, os problemas atingem 80% de toda população. 

Será feita uma nova coleta de assinaturas que foi anunciada pela Tibisay Lucena, a presidente do órgão eleitoral, até o final do mês de outubro será realizado, porém, a data correta não foi informada. Se antes do dia 17 de janeiro de 2017 for realizado o referendo, o presidente Maduro poderá se afastar e novas eleições acontecerão, caso contrário, o seu vice-presidente completará os restantes dois anos do mandato de Maduro. 

Brasil

Maduro é um dos políticos que afirmam a tese de que o Brasil está sofrendo um "golpe de Estado" e apoia a candidatura da presidente afastada Dilma Rousseff, enfatizando que a acusações de crimes contra #Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT), são falsas.