O senador Fernando Collor de Melo, eleito pelo PTC de Alagoas, teve o seu momento histórico nesta terça-feira, 30. Ele que em 1992 acabou renunciando ao cargo de presidente por conta do escândalo do FIAT Elba, agora está do outro lado da moeda. O Congressista alagoano deu a entender em seu discurso que votará pela deposição da presidente afastada Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT). A situação atípica é um bom retrato da política brasileira, que sempre foi instável. Collor, no entanto, não diz a nenhum jornalista como será o seu voto, se será SIM ou NÃO. Ele fez o mesmo caminho em maio, preferindo ficar em silêncio. 

A representante do #PT está há cerca de nove meses respondendo aos deputados e Senadores brasileiros contra o processo de impedimento.

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Fernando em maio votou pelo afastamento da petista, sendo um dos 55 Senadores que assim votou. Durante o seu discurso, ele foi ouvido em silêncio, afinal, só Collor sabe a real sensação de perder a presidência da república.

Nesta terça, Fernando lembrou do seu processo de #Impeachment, alegando que naquela situação acabou sendo forjada uma crise política e assim ele foi condenado. No caso de Rousseff, ele disse que ela sempre foi uma "tragédia anunciada" e que cometeu infrações envolvendo o dinheiro do povo brasileiro. O político alagoano citou o que chamou de infração de normas no orçamento, um desfecho que era muito esperado e que a petista estava cega economicamente. Segundo Collor, Dilma também se fingiu de surda, pois foi alertada diversas vezes de que a coisa ia piorar e que a crise também. 

Dados para condenar a petista

Fernando citou diversos especialistas que enfatizam a tragédia do PT na economia, além de empresários, que viram suas vendas desabarem.

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Nesta semana, o IBGE citou mais dados ruins da economia. O desemprego já chega a quase 12% e a inflação também beira os dois dígitos. Além disso, quem tem emprego está recebendo menos do que no ano passado, mesmo com as coisas bem mais caras do que naquele ano.  #Dilma Rousseff