Após a polêmica de repercussão nacional envolvendo o deputado federal, #Marco Feliciano, a jovem estudante de jornalismo, #Patrícia Lélis, deve ter sua prisão preventiva solicitada nessa semana. O anúncio foi feito pelo próprio delegado responsável pelo caso, Luís Roberto Hellmeister.

Imagens diversas, documentos e depoimentos de testemunhas, provaram para o delegado que Patrícia Lélis inventou que foi sequestrada pelo chefe de gabinete do parlamentar. Além disso, um vídeo e uma testemunha, comprovaram que ela alegou que foi abusada pelo deputado e pediu dinheiro para o assessor político, Talma Bauer, para não espalhar a notícia.

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Nessa quinta-feira, 18, Patrícia foi indiciada por extorsão e denunciação caluniosa. Juntos, os dois tipos penais podem somar de seis até vinte anos de prisão. Com o resultado de um laudo psicológico da moça, o delegado do caso anunciou que pedirá a sua prisão preventiva assim que as investigações terminarem, pois ela representa um risco para a sociedade.

A defesa do assessor político de Feliciano

Talma Bauer confessou em uma entrevista para o 'Conexão Repórter', que aceitou dar o dinheiro para a jovem, a fim de evitar que ela causasse problemas inventando histórias e que não achou que fosse necessário Feliciano saber do que estava acontecendo, de forma que o deputado teve conhecimento do caso através de notícias na internet.

No último sábado, 13, Talma escreveu uma carta para o deputado pedindo exoneração do seu cargo até que todos os fatos sejam esclarecidos e o problema seja resolvido.

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Talma, que é policial civil aposentado, alegou que pagou R$50 mil para a jovem e seu amigo e que o dinheiro era de suas próprias economias.

A defesa de Marco Feliciano

Por ser deputado federal, Marco possui foro privilegiado e as investigações quanto ao suposto abuso correm em Brasília. Entretanto, assim como as acusações feitas contra seu assessor foram desmentidas, o parlamentar mostrou imagens de segurança que comprovam que dia 15 de junho, data que Lélis alega ter sido abusada, ele estava em uma reunião com o ministro do trabalho, que durou das 9h às 10h. Patrícia afirma que foi agredida e abusada pelo deputado em seu apartamento funcional, as 9h.

Após saber que Patrícia foi indiciada por denunciação caluniosa, Marco Feliciano emitiu nota alegando ter plena confiança na justiça e reforçando que 'boatos são sempre boatos e que nunca serão verdades'. #Câmara dos Deputados