Ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, discursou em um tom de revolta, ameaça e desespero. Freitas convocou todos os manifestantes à estarem em Brasília na segunda-feira (29), dia em que a presidente afastada Dilma Rousseff falará em sua defesa no julgamento do #Impeachment. A intenção de Freitas é pressionar os senadores na sessão. "Vamos tomar Brasília de vermelho", disse o presidente da CUT. Freitas também chamou o povo presente no ato para uma greve geral. O ato ocorreu em frente ao estaleiro Eisa PetroUm, próximo às obras de três navios contratados pela Transpetro.

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O sindicalista fez duras críticas à Operação Lava Jato, dizendo que os procurados da força-tarefa, são os responsáveis por toda essa desordem que existe hoje no Brasil e por todo o desemprego, deixando milhares de família sem terem a quem recorrer. "A #Lava Jato lavou o emprego de todos nós", comentou o sindicalista. De acordo com Freitas, a Operação é um fracasso e não conseguiu capturar os verdadeiros corruptos.

Lula

O ex-presidente #Lula participou do ato e foi rodeado por diversos admiradores. Lula não quis dar nenhuma palavra à imprensa. Outros políticos que também participaram com Lula da manifestação são os deputados federais: Sérgio Nóbrega de Oliveira, Edson Santos e Benedita da Silva. 

Líder do MST

João Pedro Stédile, líder do Movimento Sem Terra, também deu discurso elogiando Lula e dizendo que todos estarão lutando para que o ex-presidente volte ao cargo de Presidente da República.

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"A luta ao golpe está apenas começando", ressaltou Stédile. O líder do (MST) disse que a batalha será longa e difícil, porém nada irá desanimar o povo.

A manifestação reuniu 4,5 mil pessoas de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói e de Itaborai. O presidente do sindicato, Edson Rocha, disse que era para ter mais gente, porém faltou dinheiro para passagem de muitas pessoas.

Nesta quinta-feira (25) se iniciou o processo de julgamento da presidente afastada Dilma Rousseff no Senado. Resta aguardar como as coisas prosseguirão em relação ao cenário político.