Depois de 12 longas horas se defendendo, algumas revistas afirmam que a Dilma apresentou os mesmos argumentos aos que ela, e seus defensores, já haviam usados anteriormente. Em resumo, o discurso da presidente #Dilma Rousseff foi baseado em: perseguição política, que tudo não passava de um golpe, dizia que a crise era consequências da economia externa, afirmava que isso tudo, era uma vingança de Eduardo Cunha, (...).

Segundo o presidente em exercício Michel Temer "o #Impeachment é uma coisa tão natural da democracia", quando foi questionado, se estava, de alguma forma, preocupado como o processo de impeachment, ele ironizou: "Por quê? Aconteceu alguma coisa?".

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Os votos esperados para hoje (30/08) e amanhã (31/08) durante a condenação do mandato da Dilma variam entre 55 e 59 nas simulações, acima dos 54 necessários para condená-la, senadores estão certos de que ela irá perder o mandato.

Dilma saiu e agora?

Caso o senado vote a favor do impeachment, Dilma irá perder seu cargo, e irá ficar inelegível em cargos públicos por 8 anos. Temer irá ser o presidente interino do #Brasil e poderá criar e editar decretos e medidas provisórias. Alguns cortes como o Fies e algumas despesas como "segurança presidencial" serão, possivelmente, feitos.

A economia do Brasil poderá voltar ao normal.

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Segundo especialistas, algumas empresas estão esperando a conclusão da votação do senado para voltarem a investirem no Brasil.

Se a Dilma ficar?

Se a Dilma ficar no poder, tudo voltará como antes, ou quase isso, uma rixa com o Temer poderá surgir. Temer afirmou em uma matéria anterior que "Se nada acontecer, tudo continuará como antes". A presidente voltará com seus planos para projetos desse ano e possivelmente algumas alterações em projetos que Temer fez.

De qualquer forma, a votação ocorrerá hoje, às 14 horas, no Senado Federal, dirigida pelo juiz e presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Enrique Ricardo Lewandowski. É possível acompanhar a votação ao vivo pela Rádio e pelo canal no YouTube do Senado.