O Partido dos Trabalhadores (PT) pode viver o que já se chama de "início do fim" nas eleições municipais desde ano, que ocorrem agora em outubro. A legenda que já viu seu prestígio no passado, elegendo a presidente afastada Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva agora está atolado em vários escândalos criminosos, que evidenciam o aparelhamento do estado e da legenda com a corrupção. Especialmente nas grandes capitais, acredita-se que não haja nomes que vençam como prefeitos e olha que não tem tanto tempo assim e o partido vencia com facilidade por conta dos programas sociais da era Lula.

De acordo com informações de uma matéria publicada nesta segunda-feira, 01, pelo site 'Diário do Poder', de todas as capitais municipais brasileiras, que são 26, o partido de Lula só teria real chance de vitória em uma, Rio Branco, no Acre.

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Por lá, o nome petista que pode se reeleger é Marcus Alexandre. Outros nomes fortes agora tem chances remotas de ganharem por causa do impeachment de Dilma, que ainda não teve fim e que tem votação prevista para ocorrer no início de setembro, faltando um mês para a votação, ou seja, em pleno período eleitoral, quando os programas partidários estarão entrando no ar. 

Um dos que era favorito no passado, mas que agora não tem tantas chances assim é João Paulo, que disputará a prefeitura de Recife, em Pernambuco. Outro que também tem pouca chance de se reeleger é Fernando Haddad, em São Paulo. O petista aparece desprestigiado nas pesquisas eleitorais, muitas vezes até em quarto lugar, à frente apenas do que os nomes nanicos. Na sexta-feira, 29, por exemplo, o Ibope trouxe Haddad com míseros sete pontos percentuais.

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Isso significa que de 100 pessoas ouvidas pela pesquisa, apenas sete disseram que votariam nele. O desempenho do prefeito é comparado ao dos piores da história, como Celso Pita.

A votação em São Paulo também sempre é importante por a cidade ser a maior do Brasil e ter capacidade de influenciar todo o território nacional, além da alta verba em mãos. #Governo #PT