Na tarde desta quarta-feira (31), o Senado julgou, na sessão definitiva, o destino do processo de #Impeachment de Dilma Rousseff. Seriam necessários 54 votos a fotos para jugar a ex-presidente como culpada, mas 61 dos senadores votaram a favor, enquanto somente 20 votaram contra. Desta forma, Dilma passa pela fase final do processo de impeachment, que teve início em dezembro de 2015, como culpada pelos crimes fiscais e perde o seu mandato em definitivo.

O resultado já era esperado, mesmo após o discurso de defesa da Dilma, que trouxe opiniões a favor e contrárias em todo o mundo. Com a votação, a era PT na presidência do Brasil é interrompida e quem assume definitivamente é Michel Temer, vice-presidente que passa de presidente interino e agora assume o cargo de presidente do Brasil até 2018.

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Impeachment de Dilma: quando tudo começou?

O processo de impeachment foi longo, e começou em dezembro de 2015, quando Eduardo Cunha, que era o presidente da Câmara dos deputados aceitou um dos vários pedidos de impeachment contra a presidente. Os juristas responsáveis pela acusação foram Janaína Paschoal, Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior.

Em abril, os deputados votaram a favor pela abertura do processo, que, desde então, se desenrolou até chegar no Senado, que decidiu que a presidente Dilma Rousseff deveria ser afasta por um período de 180 dias, enquanto o andamento do processo seguia adiante. Foi neste período que Michel Temer, assumiu a presidência interina do país.

Por que o impeachment de Dilma entrará na história?

Dilma é a primeira presidente a chegar até o final do processo de impeachment. Fernando Collor, por exemplo, renunciou antes do fim do processo.

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O assunto roda o mundo, e, nesta semana, promete esquentar os noticiários dos principais jornais do Brasil e do mundo.

Com a votação favorável ao impeachment, Dilma tem seu mandato impedido, é julgada culpada e é definitivamente afastada do cargo mais importante do governo, a presidência.

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