Nesta quinta-feira, 04, a Comissão do impeachment do Senado Federal chegou ao fim. A presidente afastada Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), acabou sofrendo uma dura derrota, perdendo de 14 votos a cinco. No mesmo dia, o jornal 'O Estado de São Paulo' publicou um duro editorial contra a legenda e seus Senadores, que nos últimos dias fizeram o que podiam para tentar salvar a vida de Dilma. O jornal diz no editoral que o governo do #PT bancado por Dilma foi o pior e mais corrupto de toda a história brasileira.

Em seguida, o jornal diz que o voto dos Senadores petistas, que na Comissão são representados por Lindbergh Farias (Rio de Janeiro) e Gleisi Hoffmann (Paraná), eram a prova de que o clube político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está a realizar o crime de "lesa-inteligência" contra a sociedade brasileira.

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O jornal faz um paralelo com os primórdios do próprio Brasil, quando ainda éramos colônia de Portugal e crimes podiam ser qualificados como de "lesa-majestade", por de alguma maneira ofenderem a coroa portuguesa. 

O jornal chama os Senadores Dilmistas de "borra-papéis" e que para defender Dilma conseguiram juntar em um único texto nomes como o de Hitler a Dante Alighieri. Tudo com um único intuito, tentar de alguma maneira provar que a presidente afastada estava sendo vítima de uma "golpe parlamentar".  O 'Estado de São Paulo', por outro lado, coloca que o relator do impeachment, Senador Antonio Anastasia (PSDB), procurou embasar seu voto, denunciando como a petista Dilma acabou realizando o chamado crime de responsabilidade fiscal. 

A previsão agora é que a votação contra a primeira presidente mulher do país aconteça até o final desse mês.

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O Supremo Tribunal Federal (STF), através de uma decisão monocrática de Ricardo Lewandovski, pede que o pleito se realize no dia 29. No entanto, o presidente do Senado, Renan Calheiros, apoiado por Michel Temer, do PMDB, tenta antecipar esse pleito. A justificativa é que o processo atrapalha o andamento do país. #Dilma Rousseff