Um fazendeiro acabou morto após denunciar a atuação do Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST) na Comissão Parlamentar de Inquérito da Funai e do Incra. A informação foi confirmada nesta quarta-feira, 24, pelo jornalista Cládio Humberto, do Diário do Poder. Curiosamente, a CPI não terá mais prorrogação justamente quando o Brasil vive um dos seus momentos mais decisivos, o impeachment da presidente afastada Dilma Rosuseff, do Partido dos Trabalhadores (PT). A negativa partiu de Rodrigo Maia, que preside a Câmara dos deputados. 

A falta de prorrogação da CPI fará com que crimes deixem de ser investigados. Uma delas é justamente a morte de um fazendeiro, identificado como Gilmar Borges.

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O assassinato aconteceu nas cercanias de Brasília, a capital federal. O homem que perdeu a vida em um crime brutal era dono há quarenta anos de 270 hectares no Gama. No entanto, as terras dele acabaram virando alvo do grupo de sem-terras. A partir daí, ainda segundo informações do 'Diário do Poder', a vida do empresário virou um inferno. Ele acabou sendo assassinado apenas poucos dias depois de prestar depoimento à CPI. O homem tinha 78 anos quando foi morto. 

O homem fez revelações obscuras sobre a atuação do grupo e como ele age. Entre elas, a de que o grupo teria forte apoio de políticos petistas. Gilmar citou a atuação da deputada Érika Kokay, eleita pela legenda de Dilma no Distrito Federal. Ela apoiou a invasão do #MST, por isso ganhou o carimbo “reservado” durante todo o processo. O empresário foi além, contando à Comissão Parlamentar de Inquérito que era ameaçado de morte o tempo todo pelos invasores.

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Os manifestantes diziam o tempo todo que a voz superior por trás do movimento era a deputada Érika Kokay. 

Nas investigações feitas pela polícia, chegou a aparece o nome de Ronaldo Fonseca, do Democratas. O político nega qualquer relação com o MST e acredita que possa ter aparecido um nome homônimo ao dele. O 'Diário do Poder' diz que produtor a deputada petista Érika Kokay. No entanto, ela não respondeu aos questionamentos. #Governo #Dilma Rousseff