Nesta quarta-feira, 10, a coluna 'Radar', da Revista Veja, publicou uma informação polêmica. De acordo com a publicação, o deputado federal Marco Feliciano, eleito pelo #PSC de São Paulo pode ser preso por conta da acusação de tentativa de estupro feita pela jornalista Patrícia Lélis, de 22 anos, ex-militante do PSC e evangélica. A coluna ouviu aliados e evangélicos, que dizem que o parlamentar pode até escapar da Justiça divina, mas não da dos homens. É bom lembrar que as informações dadas pela Jovem estão sendo confrontadas até mesmo pela Polícia. Algumas testemunhas tem conversas registradas via WhatsApp por ela, em que ficaria claro que ela forjou toda a situação.

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A jovem nega e se diz vítima de tudo o que aconteceu. 

Em casos de abuso sexual ou tentativa de abuso, a justiça brasileira é bem rígida e costuma dar parecer favorável à vítima, mesmo que seja apenas uma prisão preventiva até que as investigações sejam concluídas. No entanto, como sabemos, Feliciano não é um cidadão comum e a Justiça para ele é um pouco diferente da que funciona para a maioria de nós. Isso porque um dos deputados com mais votos em São Paulo tem foro privilegiado por conta de sua atuação política. Para que um inquérito seja aberto contra ele é preciso um aval do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Um dos caminhos para isso seria um pedido oficial do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, que analisa uma abordagem de uma comissão do Senado para ver justamente essa questão.

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Até o momento, Janot não deu um parecer sobre o caso que pode atrapalhar a vida política de Felciano, que nega veementemente que tenha feito os atos libidinosos e que teria provas disso. A imprensa chegou a publicar o que seriam as mensagens trocadas por Patrícia e Feliciano. Ela teria até enviado fotos nua para o político. Uma testemunha diz que a ex-militante do PSC tentou extorquir do político cerca de R$ 300 mil para não expôr o caso na mídia e que esse dinheiro seria dividido em seis parcelas de R$ 50 mil. Ela nega.  #Marco Feliciano #Crime