Uma nova informação no caso de acusação de estupro e agressão contra o pastor e deputado federal Marco Feliciano, acabou gerando uma reviravolta no caso.

Foi divulgado um vídeo em que o assessor e chefe de gabinete de Feliciano, o também pastor e policial civil aposentado, Talma Bauer, aparece negociando com Patrícia Lélis, a jornalista de 22 anos que acusa o deputado na Justiça.

No vídeo, Bauer e Patrícia negociam o silêncio da jovem, o acordo ficou firmado em R$ 300.000,00 que seriam pagos em seis parcelas de R$ 50.000,00.

Com o surgimento desse vídeo, a situação de Feliciano se complicou ainda mais, não tem como negar que seja o Chefe de Gabinete de Feliciano no vídeo, também não tem como negar que estão negociando o silêncio da jovem, para que ela não denuncie os crimes de que supostamente foi vítima. 

Perguntas como: "Se ele não fez, por que pagar para ela não falar?"e "Por que Feliciano não tornou isso público antes?", começam a ganhar espaço nas redes sociais, levando a opinião pública a se questionar se o pastor teria mesmo cometido tais crimes.

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A polícia já descartou a possibilidade de Patrícia Lélis ter sido mantida em cárcere privado, conforme ela mesma havia falado em depoimento. A possibilidade de cárcere foi descartada, depois que os vídeos das câmeras de segurança do hotel foram analisadas, até mesmo o último vídeo divulgado mostra que em nenhum momento, Bauer proíbe que Patrícia circule, ou a mantenha presa no quarto.

Apesar das  denúncias, o PSC (Partido Social Cristão), optou por manter Feliciano na liderança do partido, apesar disso, o Conselho de Ética da câmara também começou a investigar as acusações do deputado, a Delegacia da Mulher e a Procuradoria-geral da República, irão pedir que o Supremo Tribunal Federal (STF) investigue o pastor e deputado federal, #Marco Feliciano.

Patricia Lélis deverá ser indiciada pelos crimes de extorsão e por falsa comunicação de crime, já que a polícia acredita que não houve sequestro, conforme ela havia denunciado.

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Bauer também será indiciado, mas ainda não foi divulgado por qual crime. Já Feliciano, por ter foro privilegiado, só o STF poderá indiciá-lo depois das investigações. #Política #Casos de polícia