Após o tumulto criado pelo senador Lindbergh Farias, #Gleisi Hoffmann decidiu rebater uma contradita de Magno Malta, onde se virou para os colegas e gritou que ninguém dentro do #Senado Federal tinha moral para julgar a presidente afastada, Dilma Rousseff.

Lewandowski pediu que os senadores ficassem calmos, mas Gleisi continuou gritando e os demais parlamentares exaltados com a atitude da senadora. Por fim, Lewandowski decidiu suspender a sessão por cinco minutos a fim de que os ânimos dos senadores se acalmassem.

Discussões do primeiro dia do julgamento de Dilma

Logo nos primeiros minutos da sessão de julgamento, que começou por volta das 9h, Lindbergh Farias acusou o presidente do Senado, Renan Calheiros, de se unir ao presidente da república, Michel Temer, para acelerar o processo de impeachment de Dilma.

Publicidade
Publicidade

O senador não gostou de ser rebatido e chamou os colegas da oposição de golpistas.

Após alguns parlamentares falarem, Lindbergh pediu direito de fala para pedir respeito, mas deixou claro que não ia deixar de chamar os opositores de golpistas durante todo o julgamento de Dilma. A atitude do parlamentar gerou discussões e tumulto dentro do Senado Federal.

Ronaldo Caiado e Magno Malta foram os que mais rebateram Lindbergh e demais senadores que defendem Dilma Rousseff. Dentre as questões de ordem que geraram um clima mais tenso dentro do Congresso nessa manhã, está o fato de Gleisi Hoffmann ter pedido o arquivamento da denúncia contra Dilma que lhe acusa de não ter consultado a Câmara e o Senado para abrir créditos suplementares. Lewandowski indeferiu a questão, pois não cabe mais pedido de arquivamento de denúncia na fase de julgamento.

Publicidade

Lindbergh também tentou fazer com que a sessão fosse suspensa, sob a alegação de que o processo é um golpe contra Dilma Rousseff. Além disso, o senador também anunciou que fará um pedido de afastamento de Michel Temer da presidência da república, pois, segundo ele, alguém citado em delações não pode dirigir o Brasil. O pedido será entregue na Procuradoria-Geral. #Julgamento do Impeachment