A Senadora #Gleisi Hoffmann, eleita pelo Partido dos Trabalhadores (#PT), do Paraná, protagonizou um verdadeiro barraco na manhã desta quinta-feira, 25, no Senado Federal, que finalmente deu início ao julgamento da presidente afastada Dilma Rousseff. Com dedo em riste e olhar vidrado, ela começou a gritar dizendo que ninguém do Senado poderia julgar a petista porque todos estariam errados, insinuando que o Congresso seria formado por corruptos. A fala de Gleisi acabou soando como uma própria confissão, afinal, ela também é Senadora e tem colegas de legenda no Congresso Nacional. Lembrando que Hoffmann é alvo de investigações liberadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

"Qual a moral desse Senado para julgar a presidenta da República?", disse a petista levando a ira do Senado e a interrupção dos trabalhos. 

Além disso, recentemente, o marido de Gleisi, o ex-Ministro do Planejamento Paulo Bernardo, chegou a ser preso durante a 'Operação Custo Brasil', acusado de participar de um esquema de corrupção envolvendo créditos consignados para servidores públicos.

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Após a insinuação de bandidagem no Senado, Hoffmann levou a ira dos demais políticos que estavam presentes, que começaram a gritar e vaiá-la. Tentando vencer a briga e com o microfone em mãos, ela começou a dar berros. Não demorou muito para que o presidente da sessão, o Ministro Ricardo Lewandowski, interrompesse a sessão para que os ânimos ficassem mais calmos. 

Antes disso, o dia do julgamento, que era de apresentação das testemunhas de defesa e acusação, teve inúmeras questões de ordem. O PT começou mais uma vez a ser acusado de procrastinar todo o processo de impedimento. Em defesa de Dilma e dos petistas, o advogado de Rousseff, José Eduardo Cardozo, negou a estratégia, mas falou que tudo precisa ser feito no tempo necessário, já que o fato é histórico e muito importante para o país. 

Veja abaixo um trecho do vídeo que mostra que a Senadora se descontrolou ao fazer o seu discurso de cinco minutos para tentar defender Dilma Rousseff: