Nesta segunda-feira, 22, um dos maiores portais com cobertura eleitoral internacional do Brasil, o Sputnik, trouxe informações que estão sendo usadas por Trump e pela imprensa americana contra #hillary clinton, mulher apoiada por Obama que tenta ser a primeira do gênero a chegar à presidência dos Estados Unidos. O jornalista Israelense Israel Shamir conseguiu algumas informações que dizem que Trump acusa Clinton e Obama de terem ajudado o grupo terrorista chamado de Daesh, que seria uma espécie de entidade que ajuda outros terroristas por todo o mundo. As frases de Trump começam a ser corroboradas com documentos e podem ajudar a fracassar a campanha de Hillary, que nas pesquisas briga pau a pau com seu concorrente desbocado. 

O jornalista diz que que Hillary está sendo ajudada pelas maiores redes de TV dos Estados Unidos e por Obama e que, por isso, estes veículos teimam em noticiar a suposta ligação da candidata com o terrorismo.

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De fato, até mesmo a imprensa brasileira prefere bater em Trump por considerá-lo um candidato caricato. Milionário, apresentador de TV  e extremamente original, o presidente não tem o menor receio de falar besteiras, mas pelo menos é sincero, uma qualidade que praticamente não existe mais na política, especialmente em tempos de redes sociais. É exatamente essas característica que o faz ficar muito bem nas pesquisas. 

O hacker australiano Julian Assange, que inicialmente publicou a correspondência secreta do Partido Democrata, acaba ajudando a teoria da conspiração contra a candidata de Obama. Ele revelou que Hillary teria trocado cartas com grupos ligados ao Daesh sobre a venda de armas. A troca das cartas ocorreu quando ela era secretária de estado dos Estados Unidos. O hacker Assange argumenta que a candidata mentiu ao senado ao dizer que não sabia que o governo americano teria ajudado os terroristas, quando desde o início da operação teria sido alertada. 

Trump então agora acusa Obama e Clinton não só da venda das armas, mas também de serem os criadores do Daesh.

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O grupo que se intitula de ativistas é considerado terrorista em vários países, como a Rússia, inimiga número 1 doa Estados Unidos.  #Eleições EUA 2016