Tudo indica que o discurso da presidente afastada Dilma Rousseff, nesta segunda-feira (29), passou para os registros históricos do país. Instituições de ensino internacionais que acompanhavam o interrogatório no #Senado Federal não hesitaram e aproximaram-se da petista, para oferecer-lhes a oportunidade de estudar no exterior.

O convite partiu de integrantes dos países do Estado Unidos da América e da França, ambos disponibilizaram bolsa de estudo para a presidente #Dilma Rousseff. Por se tratar de momento inoportuno, a petista achou por bem aguardar pelo julgamento final do processo de #Impeachment.

Em referência a publicação da revista "Veja", a presidente somente pretende sair do país no próximo ano, independente da deliberação do impeachment, pois, por enquanto, pretende viajar pelo Brasil para garantir a sua popularidade, afirmaram aliados da petista.

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Entenda o que está ocorrendo

A presidente Dilma Rousseff se encontra afastada de suas atividades presidenciais em decorrência de um processo de impeachment, que tramita em seu desfavor no Senado Federal. Segundo acusações notórias dos autos, a presidente cometeu o crime de 'pedaladas fiscais' ou seja, atentou contra a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), requisito suficiente para a instauração do impeachment.

Neste momento, o processo encontra-se em fase de acabamento o que permite a presidente, respirar de forma razoavelmente tranquila, uma vez que, já esteve à frente da tribuna do Congresso, respondendo aos questionamentos dos parlamentares. Entretanto, a serenidade de Dilma não deve prolongar por muito tempo, a votação que decidirá sobre o seu futuro foi determinada para ocorrer nesta quarta-feira dia 31/08.

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Portanto, hoje, será o dia em que todos devem conhecer o novo caminho de Dilma.

Ademais, se alcançar êxito no julgamento deverá, retorna a presidência e assume definitivamente as atividades como Chefe de Governo, mas, se não conseguir, ou seja, se houver uma condenação da então presidente? Será afastada definitivamente, perdendo o mandato automaticamente e se tornando inelegível pelo período de oito anos, conforme disposição da Constituição Federal da República.

De qualquer sorte, a equipe de assessores da presidente permanecem dentro do Palácio da Alvorada aguardando pelo veredicto e organizam uma possível mudança da presidente para o Estado do Rio Grande do Sul, ficando a residência oficial, ocupada pelo período máximo autorizado de 30 dias.