Após receber grave ameaça, até mesmo de morte, a advogada de acusação da presidente afastada Dilma Rousseff, Janaína Paschoal, que também exerce serviços como professora da Universidade de São Paulo (USP), solicitou que nenhum dos brasileiros que apoiam o #Impeachment saiam de casa nesta quarta-feira, 31. Até o fim da tarde, a votação contra a representante do Partido dos Trabalhadores (#PT), deve chegar ao fim. Para que ela seja deposta são necessários pelo menos 54 votos. Janaína, que nesta terça-feira, 30, já havia chorado durante a acusação, hoje fez um pedido urgente aos brasileiros, de que eles não saiam por nada às ruas.

A advogada está a temer pela segurança de todos nós e em entrevista ao site da Revista Época disse o seguinte: "O clima está tenso.

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Aqueles que concordam com o impeachment, peço serenidade! Se possível, torçam de suas casas, ou do trabalho. Penso que sair as ruas, hoje, não seja adequado. Precisamos evitar conflitos". Mensagem parecida foi publicada pela jurista nas redes sociais. O nome de Paschoal constantemente fica entre os assuntos mais comentados do Twitter, especialmente pelo fato de seu jeito emocionado de fazer considerações contra a primeira mulher eleita do Brasil. 

Paschoal ainda revelou que todo o trabalho está dentro da constituição e que os brasileiros não caiam na asneira de aceitar provocações baratas, que em nada. Para a profissional da justiça, o momento não é de ceder à essas questões ruins para o país. 

Com a palavra o único Senador que já foi presidente e sofreu impeachment

O senador Fernando Collor (PTC-AL) relembra fatos ocorridos em 1992, quando o ex-presidente da República teve o mandato cassado pelo Senado.

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Ele diz ter apresentado carta-renúncia justamente para evitar a suspensão dos direitos políticos por oito anos. "Triste por ter me sentido vilipendiado", disse o hoje Senador alagoano, que conseguiu mais uma vez o silêncio de todos os colegas. Collor acabou renunciando ao cargo na década de 1990, muito por falta de força política.  #Dilma Rousseff