Nesta terça-feira, 03, a Coluna Esplanada do UOL publicou uma polêmica denúncia contra o deputado federal Marco Feliciano, eleito pelo PSC do Rio de Janeiro. Uma jovem evangélica de 22 anos acusa o político de tentar estupra-la em um apartamento funcional de Brasília. Ela chegou a entregar o que diz ser provas contra Feliciano, mas depois recuou e desapareceu. A jovem que é conhecida por seu trabalho na internet disse que viu o pastor se aproximando nos últimos meses. Os dois são da mesma igreja e passaram a ser amigos. No entanto, no dia 15 de junho, a amizade começou a mudar e teria ganho contextos de agressões. 

A menina nesse dia saiu correndo batendo de porta em porta pedindo por socorro.

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Ela dizia que um homem estava atrás dela. Aos gritos, ela acenava que o tal suposto estuprador era Marco Feliciano. Antes de ouvir a jovem, a Coluna sobre política do UOL disse que consultou advogados e as provas foram vistas e revistas. A jovem disse que foi salva do sexo à força. Segundo a mulher, Feliciano estava diferente nesse dia, com os olhos vermelhos. "Ele queria que eu terminasse com meu namorado e ficasse com ele'', explica a jovem", disse a Youtuber que teve depois disso uma página com 200 mil seguidores "misteriosamente" retirada do ar. 

A jovem disse ainda que sofreu assédio moral do parlamentar. Para isso, enviou conversas em texto e áudio para o portal de notícias UOL. Alguns desses materiais foram publicados, mas nada fica claramente evidente. Em nota, o deputado que recebe as fortes acusações diz que é um homem honrado e que as acusações não fazem o menor sentido.

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Ele lembra que respeita o povo brasileiro, a família e especialmente Deus. 

O parlamentar disse que encerraria assim o assunto e que seus advogados já estavam a tomar conta das fortes acusações. Em abril deste ano, o deputado que desistiu de disputar à prefeitura de São Paulo, votou contra a presidente afastada Dilma Rousseff no processo de impeachment. A petista ainda teve outros mais de 300 votos e mais tarde foi afastada do cargo pelo Senado.  #Governo