A segunda-feira, 01, já começou com críticas políticas nas redes sociais contra a atuação do Ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal. Ele que já foi acusado diversas vezes de ser aliado da presidente afastada Dilma Rousseff e do Partido dos Trabalhadores (PT), manifestou mais uma decisão polêmica em juízo. De acordo com o site político 'O Antagonista', Lewandowski mandou libertar Luiz Fabiano Ribeiro Brito, que teria forte ligação com o PCC. No ano passado, Luiz atacou o quartel da Polícia Militar na cidade de Fortaleza. Na década de 1990, o mesmo PCC causou pânico na maior cidade do país, São Paulo, chegando a ameaçar até governadores e apresentadores de televisão, como José Luiz Datena. 

Segundo 'O Antagonista', a prisão até então preventiva de Luis Fabiano era fundamentada com informações de uma investigação da Polícia que fazia fortes acusações contra ele.

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Um trecho do inquérito chega a dizer que Fabiano teria ajudado a "comandar atentados contra agentes e unidades de Segurança" na capital do Ceará. Apesar do noticiário brasileiro não dar tanta importância ao Norte e Nordeste do país, são nessas regiões onde a criminalidade é mais alta. Prova disso é que nessa semana o presidente em exercício Michel Temer, do PMDB, autorizou que as Forças Armadas, através do Exército, ocupassem o Rio Grande do Norte. 

Motivos argumentados também deram o que falar

O grupo do PCC conseguiu implantar a celular criminosa também no Ceará, causando muitos problema no estado. Lewandowski permitiu agora que o acusado mencionado tivesse Habeas Corpus. Em São Paulo, o mesmo homem solto responde a crimes gravíssimos,  como tráfico de drogas, roubo e homicídio. Para argumentar a sua decisão, o Ministro da mais alta corte brasileira disse que a #Justiça se constrange em manter a segregação da cautela do requerido e diz que a presunção de inocência é um dos fundamentos da constituição brasileira.

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Para o Ministro, não se pode manter preso alguém que ainda não teve julgamento definitivo.  #Crime