Logo nos primeiros minutos do primeiro dia do julgamento de Dilma Rousseff, o senador #Lindbergh Farias, acabou gerando um pequeno atrito entre os seus colegas do plenário. Logo que iniciou sua fala, Lindbergh acusou Renan Calheiros de se unir com Michel Temer, uma vez que os dois se encontraram às vésperas do julgamento de Dilma.

Após ser rebatido por dois senadores que formam a acusação de Dilma, Lindbergh tentou interromper a fala dos colegas. Lewandowski rebateu o petista e pediu que ele aguardasse a sua vez de falar, a fim de não atrapalhar a ordem de inscritos nessa manhã. O senador continuou interrompendo e assim que o presidente do julgamento permitiu sua fala, ele afirmou que exigia respeito dos opositores, mas que iria chamá-los de golpistas durante todo o julgamento.

Lindbergh recebeu o apoio de Vanessa Grazziotin e cia, mas foi duramente criticado pelos seus opositores.

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Lewandowski mais uma vez pediu que os senadores se respeitassem, que não fizessem perguntas repetitivas e não utilizassem o termo ‘questão de ordem’ na hora de apresentar contraditas, uma vez que as questões de ordem são breves e não devem se tornar discursos ou ofensas aos colegas presentes.

Apesar de afirmarem que Dilma estará no Senado na próxima semana, Lindbergh, como líder da oposição, pede que o processo seja suspenso, pois acredita que o mesmo se trata de um golpe político. A oposição acusa todos os defensores da presidente afastada no Senado de estarem tumultuando e atrasando o início da sessão, que ainda está na fase inicial com a apresentação de questões de ordem.

Poucos minutos antes de Ricardo Lewandowski iniciar a primeira sessão de julgamento de Dilma Rousseff, Lindbergh já havia informado para a imprensa que ele e os demais senadores que a defendem, apresentariam o máximo de questões de ordem possíveis, a fim de tentar evitar o impeachment de Dilma.

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Na última sessão que decidiu o início do julgamento, Lewandowski indeferiu sete das oito questões de ordem apresentadas pela bancada de defesa.

Relembre:

#Julgamento do Impeachment #Dilma Rousseff