No fim da manhã dessa quinta-feira, 25, uma grande confusão tomou conta do plenário do #Senado Federal, por conta de algumas atitudes de Lindbergh Farias e Gleisi Hoffmann, em defesa da ré do processo, Dilma Rousseff.

Lindbergh pediu, mais de uma vez, a suspensão do processo do impeachment, alegando que o mesmo era um golpe e que Michel Temer precisa ser afastado da presidência, sendo sempre rebatido pelos colegas. Quando Magno Malta citava as gravações de Lula, Mercadante e Jaques Wagner, a senadora Gleisi Hoffmann tentou interrompê-lo para poder falar. Lewandowski não permitiu e ordenou que ela aguardasse que Malta terminasse a sua fala.

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Quando teve a oportunidade de responder ao senador, Gleisi se voltou para todos os colegas, afirmando que nenhum senador dentro do Senado tinha moral para querer julgar Dilma. A senadora fez tal afirmação aos gritos, deixando os colegas irritados. Em resposta, Ronaldo Caiado respondeu para Gleisi que ele não era assaltante de aposentados, referindo-se a Paulo Bernardo, marido da senadora e ex-ministro de Dilma e Lula, que é acusado de receber milhões em propina através de um esquema de corrupção de empréstimos consignados de aposentados.

Ao ver o opositor responder para Gleisi, Lindbergh tentou intervir fazendo acusações contra Caiado, que por sua vez, disse para Farias que ele tinha que “fazer antidoping” e não ficar ali ‘cheirando”. Lindbergh saiu para o almoço dizendo que #Ronaldo Caiado não tinha moral e que ele o processará por ofendê-lo.

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Também alegou que irá representar contra o mesmo junto ao Conselho de Ética, entretanto, Caiado está revestido da imunidade parlamentar prevista no artigo 53 da CF e não pode ser julgado ou punido por suas opiniões, votos ou palavras.

Caiado afirmou que a conduta de Gleisi é passível de quebra de decoro parlamentar, uma vez que seu comportamento foi incompatível com o que é esperado de um senador. Lindbergh, antes de dizer que processaria Caiado por ofendê-lo, quase agrediu o opositor e o chamou de canalha.

Assista ao vídeo abaixo:

#Julgamento do Impeachment