Na noite dessa terça-feira, 30, o senador #Magno Malta (PR/ES) fez um discurso forte no Senado Federal. Malta expressou toda a sua indignação com o governo de Dilma e Lula e com a defesa da presidente afastada, que acusa os opositores de cometerem um golpe.

Dentre as muitas considerações expostas por Malta, ele afirmou que não se importa que o chamem de golpista, pois não podem chamá-lo de ladrão. Também perguntou aos colegas o que é ser golpista, respondendo que é não levar marmitex em penitenciária para tesoureiros presos do PT.  Malta ainda continua: “O que é não ser golpista? É bater palmas para essa lambança feita com o dinheiro público?”

Magno afirmou que as pedaladas fiscais, das quais Dilma é acusada e que podem culminar em seu #Impeachment nessa quarta-feira, 31, não foram feitas por amor ao pobre, em referência aos programas sociais do antigo governo, mas que serviram para ‘tapar’ o rombo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

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Tais recursos desviados do BNDES, segundo Malta, foram doados aos partidárias e companheiros ideológicos da América Latina. Também lembrou que Dilma fez uma doação de milhares de toneladas de feijão para Cuba, o que desencadeou o aumento do preço do alimento no Brasil, devido à escassez do mesmo.

O senador ainda incluiu na lista de beneficiários dos desvios do governo de Dilma, o Foro de São Paulo, grupo criado por Lula e que une partidos e movimentos de esquerda de mais de vinte países, incluindo às FARC da Colômbia e partidos comunistas de todos os países da América Latina. Para o senador, o dia do impeachment é o dia em que ocorre o sepultamento do Foro de São Paulo, que não terá mais um governo de esquerda para mantê-lo financeiramente.

Ainda durante os dez minutos de discurso do parlamentar, Magno Malta relembrou a campanha política do PT de 2014, onde as propagandas afirmavam que se os brasileiros votassem em Marina Silva ou em Aécio Neves, haveria falta de comida no prato das pessoas.

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Enfim, afirmou que para se esconder dos roubos e erros cometidos durante o governo, Dilma e seus correligionários, usam as minorias como reféns, alegando que eles perderão direitos se houver alguma mudança no país.

O discurso do político foi muito bem aceito pelos senadores pró-impeachment. Para que todos os inscritos também tenham a oportunidade de falar, Lewandowski já avisou que a sessão terminará após as 2h. #Senado Federal do Brasil