Sessão que ocorreu nesta quarta-feira, dia 24, para votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2017, envolvendo deputados e senadores, não pode ser concluída no Congresso Nacional por falta de quórum. O déficit primário é de R$ 139 bilhões de reais.

A sessão iniciou às 11h30 da manhã, com uma duração de 15 horas aproximadamente. O texto base ainda chegou a ser aprovado a meia noite. Vários pontos em destaques que visavam a alteração do respectivo texto precisavam ser analisados pelos parlamentares presentes.

Dois pontos ainda chegaram a ser votados, mas enquanto a sessão prosseguia durante a madrugada, de pouco em pouco, parlamentares foram se retirando do plenário.

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O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), decidiu cancelar a sessão exatamente às 2h20 da madrugada, após ver que no painel eletrônico se encontravam presentes apenas 243 deputados.

Renan acrescentou que, o esforço obtido naquela sessão foi grande, mas votaram 90% da LDO, ficando dois destaques apenas para a sua conclusão. Ele afirma ainda que, a LDO é considerada uma lei obrigatória, estabelecendo apenas diretrizes, exceto os dois destaques que ficaram faltando, portanto tais diretrizes podem ser consideradas dadas.

Ainda não foi definida uma data certa para que os parlamentares possam concluir a análise dos destaques restantes ao texto da LDO.

LDO

LDO é um lei importante para as finanças do nosso país, onde gastos e metas de receitas e parâmetros para criação do orçamento para o ano posterior são trazidas por ela.

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A equipe econômica de Dilma Rousseff previram um déficit primário de R$ 65 bilhões, valor bem abaixo do que é mostrado hoje. Tal quantia foi descartada de imediato pelo #Governo de Temer, que após as revisões, chegaram ao déficit atual de R$ 139 bilhões.

Caso o governo consiga uma economia abaixo do déficit atual, para o próximo ano, segundo texto aprovado no Congresso Nacional tudo que foi economizado irá para investimentos e não para cobrir dívidas já adquiridas e muito menos gerar mais dívidas. #Dilma Rousseff #Senado Federal