Uma jovem de 22 anos de idade, militante do PSC, fez uma revelação bombástica nessa quarta-feira (03). De acordo com a moça, o deputado federal #Marco Feliciano (PSC-SP) teria tentado a estuprar e a agredir sexualmente em um apartamento funcional de Brasília após a garota ter dito que não queria se relacionar sexualmente com ele. Ela ainda teria divulgado as conversas que mostram o político religioso ameaçando a garota através do aplicativo de mensagens WhatsApp.

Segundo a Revista Forum, Marco Feliciano teria proposto a jovem de 22 anos ser seu ‘guia espiritual’, ao negar tal aproximação, o deputado teria a agredido, assediado sexualmente e tentado abusar da moça, tentando a estuprar.

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A garota conta que o fato aconteceu no dia 15 de junho no apartamento do parlamentar, na cidade de Brasília, capital federal. Ainda de acordo com a notícia já veiculada em toda a imprensa, a moça teria recebido uma proposta de Marco Feliciano para que ela pudesse ser a sua amante. Caso aceitasse tal proposta, a moça iria receber um alto salário e também um cargo comissionado no PSC.

No entanto, a moça considerou que isso seria um absurdo e negou todas as propostas abusivas vindas do pastor deputado. Em uma dessas conversas no apartamento, a garota conta que quando fez a negativa, o deputado passou a agir com agressão e até acertou um soco nela, além disso, tentou puxá-la pelo braço para os dois irem até a suíte dele. A partir desse momento, a jovem conta que passou a gritar desesperadamente por socorro, até que foi atendida por uma vizinha que foi até o local e tocou a campainha para saber o que estava acontecendo dentro do apartamento do pastor.

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Logo depois do episódio, a moça conta que procurou por Marco Feliciano através do WhatsApp e marcaram um novo encontro. No entanto, quando o mesmo aconteceu, o pastor teria tirado o seu celular de suas mãos à força e apagado todas as conversas que eles tiveram nesse aplicativo. Mas, segundo a jovem, ela havia salvado tudo no iCloud localizado em seu computador. O blog Coluna Esplanada, pertencente ao UOL, divulgou que de fato alguns funcionários do PSC haviam confirmado que tal número de celular era realmente do deputado Marco Feliciano. O pastor teria trocado de número logo depois que percebeu que o caso passou a ficar grave.

Segundo o jornalista Leandro Mazzini, a moça havia procurado ajuda com alguns nomes importantes do partido, no entanto, eles teriam pedido para que ela ‘sumisse’. #Assédio #Casos de polícia