Se houver realmente a confirmação da saída definitiva de Dilma Rousseff da presidência, no final desse mês, a petista ainda gozará de alguns benefícios reservados somente a ex-presidentes e deverá se retirar com seus pertences do Palácio do Alvorada (onde reside desde seu afastamento em maio) num prazo de até 30 dias. Já o presidente interino, Michel Temer, deverá ser efetivado no cargo através da realização de uma cerimônia no Congresso Nacional, a qual confirmará a posse do novo presidente da República.

Mas o que muitos não sabem é que, mesmo afastada definitivamente da presidência, #Dilma Rousseff continuará a dispor de alguns direitos que somente são pertinentes a ex-presidentes.

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Ela terá direito a utilizar os serviços de oito servidores públicos, entre eles: quatro profissionais de segurança, dois assessores e dois motoristas particulares. Além desses profissionais, a petista ainda terá direito de utilizar um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para se deslocar até sua cidade, a capital gaúcha, Porto Alegre. Nas últimas semanas, ela já fez o transporte de alguns objetos pessoais (livros e roupas) para sua casa em Porto Alegre, ressaltando que estes gastos com transporte de objetos são de responsabilidade de Dilma.

Se confirmado impeachment, Temer deve exonerar assessores restantes de Dilma

Caso haja a confirmação do #Impeachment, Michel Temer deverá exonerar de seus cargos, logo no dia seguinte ao julgamento final, cerca de 20 assessores que trabalham com Dilma no Palácio do Alvorada.

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Entre os 20 assessores, dois se tornaram muito conhecidos na mídia, Jorge Messias, o “Bessias” que foi citado numa interceptação telefônica feita pela Polícia Federal em um diálogo de Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A outra assessora conhecida pela mídia é Sandra Brandão, que recebeu o apelido de “Google do Planalto” pela sua eficácia no fornecimento de dados à presidente petista durante os debates presidenciais realizados durante as eleições presidenciais em 2014.

De acordo com informações do Senado, o julgamento final do processo de impeachment será comandado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, e está previsto para começar na próxima quinta-feira (25). A expectativa é que o resultado final seja divulgado entre os dias 30 e 31 de agosto.

  #Senado Federal