Nessa quinta-feira, 11, foi divulgado que ainda não há certeza se o presidente em exercício do Brasil, #Michel Temer, irá comparecer à cerimônia de encerramento dos #Jogos Olímpicos, que acontecerá no dia 21 de agosto, no estádio do Maracanã.

O motivo é que quatro dias após o evento, Dilma Rousseff começará a ser julgada no Senado Federal e após sua derrota por 59 x 21 no último dia 10 de agosto, tudo indica que seu #Impeachment é apenas uma questão de tempo. Com isso, Michel Temer e parte de seus auxiliares estariam com receio de que ocorresse alguma grande manifestação no estádio, que viesse a tirar o foco do evento para a segregação política e ideológica que existe no país.

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Embora muitos dos assessores de Temer apoiem que o mesmo não compareça ao evento, outros consideram muito importante que Michel esteja presente. Isso porque o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, estará na cerimônia e o Palácio do Planalto tenta articular uma visita de Temer ao Japão no final desse ano, com o objetivo de renovar as relações exteriores com o governo japonês.

Embora exista o receio de que Temer não vá no evento de encerramento da Rio 2016, por enquanto, tudo não passa de uma especulação, e a decisão final deve ser anunciada, pela imprensa oficial, somente entre os dias 20 e 21 de agosto.

Julgamento do impeachment de Dilma

Até lá, a base de governo de Temer contínua articulando para que o impeachment seja julgado em até três dias e não em cinco, como Ricardo Lewandowski e Renan Calheiros estão prevendo.

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Para ajudar a adiantar esse processo, a acusação de Dilma já anunciou, através do jurista e coautor do pedido do impeachment, Miguel Reale Junior, que não precisarão usufruir das seis testemunhas permitidas. Ao todo, devem levar entre 2 e 3 pessoas para reforçarem a acusação contra Dilma Rousseff.

Já a acusação, prometeu utilizar-se das seis testemunhas e tentar de todas as formas reverter o impeachment. Em evento partidário realizado na quarta-feira, 10, Lula admitiu que o retorno de Dilma é remoto.