Nessa terça-feira, 2, a família Bolsonaro divulgou um vídeo em que duas mulheres aparecem xingando o deputado federal Jair Bolsonaro nas dependências da #Câmara dos Deputados. Quando o deputado chama a polícia que atua dentro da Câmara, elas começam a se defender dizendo que não estavam falando sobre ele.

A outra mulher, que até então estava em silêncio, começa a reclamar dizendo que o deputado é racista e homofóbico. Também o chama de folgado e desfere várias críticas gratuitas. Pouco depois, uma das moças liga para alguém dizendo que não sabe porque está sendo presa e orienta durante a conversa: “Socorro... Chama geral’.

Publicidade
Publicidade

Enquanto isso, Jair e seu filho, Eduardo Bolsonaro, permanecem em silêncio acompanhando a polícia federal legislativa até o departamento onde as mulheres foram ouvidas e responderão por injúria. Elas não foram presas.

O vídeo foi divulgado hoje por Flavio e Eduardo Bolsonaro, e logo ganhou grande repercussão na internet, ultrapassando um milhão de visualizações no Facebook de Eduardo e quase 200 mil no de Flavio.

Assista:

Agressoras eram militantes do PSOL

Durante a ligação em que uma das moças pede ajuda, ela confirma que xingou o deputado, algo que tinha negado quando ele a abordou, e diz que precisa de todo o ‘pessoal do PSOL’ no local. O Partido Socialismo e Liberdade, mesmo de Jandira Feghali e Jean Wyllys, é um dos principais opositores ao parlamentar.

Em junho, Bolsonaro e seu filho, o deputado estadual Flavio Bolsonaro, foram homenageados em um evento no Rio de Janeiro.

Publicidade

Na ocasião, um comandante da Polícia Militar presenteou Jair com uma camiseta de um clube esportivo com o número 20 nas costas, simbolizando o número do PSC. O comandante brincou, chamando Jair de presidente.

Insatisfeitos com a homenagem e com o fato de Jair ser o futuro candidato do PSC à presidência da república, bem como de Flavio ser pré-candidato à prefeitura do Rio de Janeiro, deputados do PSOL denunciaram o comandante na corregedoria da PM-RJ, alegando que, além do policial não poder fazer manifestações políticas enquanto fardado, entenderam que o fato fosse uma campanha eleitoral antecipada. O PM pode passar por um processo administrativo. #Crime #Jair Bolsonaro