No fim da noite desta segunda-feira, 01, começou a circular na internet um vídeo que mostra uma confusão na Câmara dos deputados. O vídeo, que é editado, diz que as imagens foram feitas na própria segunda, quando acabou o recesso parlamentar. Duas mulheres, que não tiveram os nomes identificados, começam a discutir com o deputado federal Jair Bolsonaro, eleito pelo PSC do Rio de Janeiro. Elas chamam ele de "homofóbico". Irritado, o deputado chama a Polícia Legislativa Federal da Câmara, que conduz as duas mulheres para um dos departamentos da casa, que agora é chefiada pelo deputado federal Rodrigo Maia, do Democratas do Rio de Janeiro. 

Inicialmente, uma das mulheres nega que tenha chamado Bolsonaro de homofóbico.

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"Eu só gritei homofóbico, não disse o seu nome", disse ela demostrando estar com medo do que pudesse acontecer com ela. O pré-candidato à presidência da república pelo PSC diz que ela disse sim seu nome e que tinha tudo gravado. "Menina, assuma os seus atos. Já que você disse,  agora você tem que se responsabilizar por isso", garante ele que pede para um de seus assessores mostrar o momento em que a garota fala seu nome e coloca que ele comete homofobia.

Os policiais então pedem que as mulheres o sigam. Uma delas então, desesperada, liga para o diretório do PSOL em Brasília. Ao telefone, ela confessa que xingou o deputado de homofóbico e diz que os manifestantes do partido de esquerda tem que vir em peso para o local. Ela diz que não sabe para onde está senda levada. "Eu estou sendo presa, preso de ajuda, tipo, agora", diz ela ofegante e nervosa.

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A outra mulher que está com a que fala ao telefone volta a agredir o deputado federal e diz que ele comete crimes, mas que nada acontece, mas que com o povo a Polícia é dura. As duas então voltam a indicar que ele cometeria homofobia e que apoiaria a ditadura militar, fazendo um grande mal à sociedade brasileira. O vídeo ganhou grande repercussão nas redes sociais. 

Veja o vídeo com o momento da confusão em que o deputado federal manda prender as mulheres:

#Governo #Crime