O Brasil está atravessando uma das fases políticas mais instáveis da sua história democrática e, tal como acontece em uma sociedade livre, também os famosos, que contam com milhões de seguidores, não tem receio de demonstrar quais são as suas posições quanto à atualidade política brasileira. Em uma lista de dezenas de famosos, entre cantores, atores e até escritores, o site “Notícias ao Minuto”, quis recordar quem está publicamente contra o #Governo de #Temer, começando por Caetano Veloso e terminando em nomes de grande impacto social como são Marina Lima, Camila Pitanga, Chico Buarque e José de Abreu.

Com a participação emocionante de Caetano Veloso na cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro, que estão tendo um enorme sucesso desde o seu começo, o debate acerca da posição dos famosos face a situação política do país rapidamente virou matéria para muitos órgãos de comunicação social brasileira, principalmente depois do lendário cantor ter sido alegadamente fotografado com um papel onde dizia “Fora Temer”.

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Como garante o site “Notícias ao Minuto”, além dos nomes já mencionados, também Letícia Sabatella, Leandra Leal, Paulo Coelho, Tico Santa Cruz e o famoso humorista Gregório Duvivier já demonstraram, sobretudo através das suas redes sociais, o seu descontentamento acerca da liderança, não escolhida pelos brasileiros, do Governo de Temer, que tem sofrido cada vez mais pressões e críticas de milhões de brasileiro, principalmente os que não apoiavam o impeachment de #Dilma Rousseff.

Mensagem como: “53% dos brasileiros votaria em charizard pokemon de fogo para presidente” a muitos “Fora Temer”, os famosos já identificados não escondem os seus pontos de vista, mesmo que isso signifique a perda de muitos dos seus seguidores ou seja rapidamente insultada por pessoas que apoiam a atual situação política brasileira.

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Precisamente muitos brasileiros que apoiam Temer no Governo garantem estar em choque por saberem que alguns desses nomes improváveis apoiam ativamente Dilma Rousseff e que sempre defenderam a não realização do impeachment, mesmo depois de reveladas alegadas provas de que Dilma esteve envolvida no escândalo “Lava Jato”.