Uma grande reviravolta no caso da suposta tentativa de estupro de uma jovem por um deputado federal aconteceu nessa semana. O nome da moça que ganhou a mídia é Patrícia Lélis, que se diz jornalismo, mas nem teria completado a faculdade. O acusado é o deputado federal Pastor #Marco Feliciano, eleito pelo PSC de São Paulo. Após dar um depoimento cheio de nuances polêmicas, Patrícia pode se dar mal. Já se fala nos bastidores de Brasília que ela pode ser presa por uma história mirabolante. Temendo isso, a bela moça contratou uma nova advogada, que apresentou na noite desta quarta-feira, 17, no 'SuperPop', da RedeTV!. 

Certo mesmo é que de vítima Patrícia passou a ser indiciada.

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A informação foi confirmada nesta quinta-feira, 18, pelo jornal 'O Estado de São Paulo'. Ela é acusada de calúnia e extorsão, que é o pedido de dinheiro para manter o silêncio sobre qualquer coisa. O indiciamento ganhou força na Polícia após um vídeo em que Lélis aparece conversando com Talma Bauer, assessor de gabinete de Marco Feliciano. Ela havia acusado Bauer de cárcere privado, mas o vídeo mostra ambos conversando em um tom bastante amistoso. Fica claramente sugerido nas imagens que a mulher que se diz ex-militante do PSC estava tentando conseguir dinheiro de Feliciano. 

O indiciamento de Patrícia, segundo a Polícia de São Paulo, é independente à acusação de estupro contra Feliciano, que ainda e´investigado. Ele também é acusado de agressão e de ter tentado usar uma faca para supostamente obrigar que a jovem fosse sua amante.

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A advogada da jornalista disse no 'SuperPop' que já foi feito um pedido ao Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, no qual se solicita que ele peça ao Supremo Tribunal Federal (STF) que abra um inquérito contra o deputado. Como tem foro privilegiado, essa seria a única maneira de abrir uma investigação contra Marco Feliciano. 

O político tem evitado falar sobre o caso. No entanto, ele gravou um vídeo no qual ele diz que é inocente de todas as acusações que são feitas contra ele.  #Patrícia Lélis