Patrícia Lélis pode parar em uma clínica psiquiátrica, que no Brasil se chamavam "manicômio" em um passado recente. É isso o que defendem os defensores do deputado federal Marco Feliciano, do PSC. A Polícia Civil de São Paulo informou nesta sexta-feira, 19, que tem provas através de um lado de uma psicóloga  que a jovem que acusa o deputado de tentativa de estupro tem um problema mental grave, ela é "mitomaníaca", uma doença que faz com que a pessoa não consiga parar de mentir. Nessa doença, muitas vezes a mentira acaba parecendo verdade para a própria pessoa, o que a faz se tornar um grande perigo para a sociedade.

Além do laudo de uma psicóloga, que nem teria sido feito neste ano, mas sim no ano passado, a Polícia tem outras provas que colocam os depoimentos da ex-militante do PSC em cheque.

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Uma das mais cabais é que ela chegou no passado a dizer que foi com uma outra mulher estuprada durante três dias consecutivos por um grupo de rapazes. Apesar das investigações, nunca apareceu qualquer prova do tipo. Um ex-namorado de Patrícia também revelou que ela não teria sido sequestrada por Bauer, chefe de gabinete de Feliciano. Graças ao depoimento dele e ao do próprio Bauer, a Polícia decidiu pedir imagens de locais que o assessor e Lélis estiveram, comprovando que ela jamais ficou em cárcere privado em um hotel.

A ex-militante chegou a dizer que o sequestro ocorreu para que ela fosse obrigada a gravar um vídeo a favor do parlamentar. A Polícia Civil de São Paulo agora já revelou que está pedindo a prisão preventiva da mulher que se diz jornalista, mas nunca teria se formado. Fontes da universidade que ela estudou disseram que ela chegou a inventar um câncer para conseguir faltar demais, mas que foi descoberta em um shopping. "Ela é mentirosa compulsiva", disse o delegado responsável pelo caso.

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Em entrevista à apresentadora Luciana Gimenez, Patrícia ouviu que ou "era mentirosa" ou da "KGB", devido a detalhes inacreditáveis em sua história e de sua relação tão próxima com tantos políticos.  #Marco Feliciano #Patrícia Lélis