Na sexta-feira, 06, aconteceram diversos protestos no Rio de Janeiro contra a Olimpíada, contra o presidente em exercício Michel Temer, do PMDB, e a favor da presidente afastada Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (#PT). Em um deles, feito próximo a região do Maracanã, onde aconteceu a abertura dos jogos, um grupo conseguiu pegar uma bandeira do Brasil e a queimou em plena praça pública. Em seguida, houve um hasteamento simbólico de uma bandeira vermelha com uma enorme estrela branca, que simboliza a legenda de Dilma. Houve muita confusão e populares se revoltaram com a situação, como conta um morador da região à nossa reportagem. 

"A gente estava sentado num bar quando viu tudo.

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O povo começou a vaiar e os manifestantes nos chamaram de golpistas. Veja bem, fui chamado de golpista sem nem dizer se sou a favor ou contra Dilma. A gente acha um absurdo queimarem a bandeira da nossa nação, especialmente agora, quando o orgulho nacional deveria ser ressaltado", disse o homem que trabalha de contador, mas que preferiu não ter o nome revelado. A mídia local noticiou que houve mesmo uma confusão em um restaurante da região, mas que tudo foi controlado.

Por conta dos protestos, homens da Força de Segurança trabalharam em funções estratégicas. O governo brasileiro somou forças ao local e mais de 80 mil homens acabaram indo às ruas. Não foi a única manifestação política dos jogos neste dia. A que chamou mais atenção e feita de maneira mais educada foram as vaias contra o presidente Michel Temer no próprio Maracanã.

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O chefe de estado do Brasil declarava aberto os jogos olímpicos do Rio de Janeiro, quando parte do público do estádio o vaiou. Muitas pessoas também aplaudiram o político, mas as vaias ecoaram mais alto.

Em 2014, Dilma ouviu uma vaia ainda mais forte ao fazer a abertura da Copa do Mundo. Ela chegou a parar a fala, quando todos começaram a gritar contra ela. Evitando um novo mico, a petista preferiu não ir ao principal estádio do país e disse que estava muito triste na internet.  #Dilma Rousseff