As Operação #Lava Jato é conhecida pelo seu teor midiático e pela sua força perante os veículos de comunicação no Brasil. Durante os mais de dois anos da operação, que levou em xeque o Brasil 'engrossando a crise', como diz um dos internautas que apoiam o retorno de Dilma Rousseff, muitas suspeitas são apontadas diante das operações, que levam ao descrédito de toda a população. 

Todos os brasileiros se lembram do vazamento parcial que a Globo News realizou durante a posse do ex-presidente Lula como ministro-chefe da Casa Civil. Enquanto Dilma não havia sido afastada, a presidente nomeou Lula e teve parte de suas conversas telefônica divulgas, sendo estas conversas realizadas no mesmo dia de sua divulgação.

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Esse caso de vazamento chocou o Brasil e levou à suspensão da nomeação de Lula pelo ministro do STF, Gilmar Mendes. Sob a lógica do 'famoso' foro privilegiado, Lula foi impedido de entrar no governo Dilma, e até hoje o vazamento ilícito das gravações não foi investigado.

Esse caso aconteceu em março de 2016, durante momentos de tensão da operação Lava Jato. Esse e outros fatores levaram ao afastamento de Dilma Rousseff, de acordo com a população que não reconhece o governo interino de Michel temer (PMDB) como um governo legítimo.

PGR decide suspender as negociações com a OAS

Outro ponto discutido sobre as investigações é a seletividade dos processos e dos depoimentos. Nesse contexto entra o caso de Léo Pinheiro, executivo da OAS, que foi condenado a 16 anos de prisão. A 'velha e ultrapassada' mídia brasileira usou de trechos divulgados da delação do executivo para orquestrar o anúncio de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), no processo de delação premiada.

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O ministro citado, Dias Toffoli, virou capa da revista Veja e ganhou notícias por todo o país. No fim das contas, o nome de Dias Toffoli foi citado apenas como uma indicação de uma empresa de impermeabilização feita por Léo Pinheiro, sem nenhum envolvimento com repasse ou corrupção. 

A Procuradoria Geral da República (PGR) resolveu não homologar a delação premiada de Léo Pinheiro após o vazamento seletivo de seu depoimento. O senador #Aécio Neves (PSDB) está entre os delatados por Léo Pinheiro, porém, seu depoimento foi suspenso por descumprir as leis referentes à confidencialidade do depoimento. Essa foi a primeira vez que a PGR impediu uma negociação de delação premiada desde o início da Operação Lava em 2014. #Justiça